Morgan Stanley vê a IA agentic ampliar os gastos em chips para além dos processadores gráficos para CPUs

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A Morgan Stanley prevê que o aumento da IA agentic expandirá os gastos com chips além das unidades de processamento gráfico tradicionais (GPUs) para incluir unidades de processamento central (CPUs) e memória. Essa mudança deve transformar a infraestrutura dos centros de dados, com sistemas de IA agentic — que podem planejar e executar tarefas de forma autónoma — impulsionando um aumento significativo na procura por intensidade de computação de uso geral. A firma estima que a IA agentic poderá acrescentar entre 32,5 e 60 bilhões de dólares ao mercado de CPUs para centros de dados até 2030, beneficiando empresas como Nvidia, AMD, Intel, Arm, Micron, Samsung, SK hynix, TSMC e ASML.

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