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Estive na Liquidity Summit em Hong Kong e uma conversa com Samar Sen da Talos me fez repensar como as instituições realmente lidam com ativos digitais. A gente costuma achar que é tudo uniforme, mas a realidade é bem mais fragmentada do que parece.
O que mais me chamou atenção é que clareza regulatória continua sendo o principal fator, mas não é o único. Infraestrutura institucional evoluiu bastante nos últimos anos - custódia, plataformas de execução, gestão de portfólio - tudo isso já existe e funciona. Mas mesmo assim, muitas instituições ainda hesitam. E sabe por quê? Não é por falta de recursos ou capacidade técnica. É convicção interna mesmo. Empresas estruturadas há décadas tendem a amadurecer sua relação com ativos digitais de forma gradual, independente do ambiente externo estar pronto.
Quando perguntei o que realmente gera confiança entre as instituições na hora de avaliar parceiros cripto, a resposta foi clara: não é só marca ou reconhecimento no setor. O que importa são controles comprovados - certificações SOC 2, trilhas de auditoria, proteção operacional. Histórico também pesa, especialmente quando vem de gente que já trabalhou em finanças tradicionais com governança rigorosa. E tem mais: instituições observam o que outras estão fazendo. Se veem pares usando a mesma infraestrutura, isso reduz incerteza.
Mas aqui está o mais interessante: nem todo mundo avança na mesma velocidade com ativos digitais. Sen identificou três grupos bem distintos. Tem os pioneiros - aqueles que entendem que algo estrutural está mudando nos mercados de capitais e alocam recursos mesmo sem clareza total. Investem em times internos, conversam com novos provedores. Depois vêm os seguidores rápidos, que esperam mais validação antes de aumentar exposição. E tem os atrasados, onde a liderança ainda não desenvolveu confiança ou as iniciativas estão fragmentadas internamente.
O ponto que ficou com a gente é que isso não é falta de competência. É que tolerância ao risco e mandatos internos variam muito. Algumas organizações simplesmente não têm espaço institucional para mover rápido, mesmo que queiram. Entender essa dinâmica muda bastante como a gente pensa sobre adoção institucional de ativos digitais nos próximos anos.