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🔥Irã mobiliza 71 altos funcionários, Paquistão envia reforços pesados! Israel vai agir?
Meu Deus, desta vez o Irã realmente está indo até o fim!
No dia 11 de abril, logo após os Estados Unidos enviarem uma equipe de 300 pessoas liderada por Vans ao Paquistão, o Irã morde a língua e envia diretamente a “equipa de elite” de 71 pessoas — o presidente da Assembleia, Kalibaf, o ministro das Relações Exteriores, Alaghachi... grandes nomes de segurança, política, militar e economia vêm todos. Além do líder supremo e do presidente, quase toda a liderança “se mudou” para Islamabad.
A primeira reação de Xiao Zhen não foi se preocupar se as negociações vão ou não acontecer, mas: essas pessoas ainda podem voltar vivas?
Afinal, Israel já fez várias “operações de decapitação”. Se forem capturados no caminho de volta, o Irã não vai aguentar.
O Paquistão também teme que algo aconteça, e já avisou: Islamabad agora é uma “zona de paz global”, quem tentar interferência eletrônica, voos de espionagem ou infiltração na rede será considerado provocação militar direta! Além disso, também enviaram advertências a Israel através do Catar e Turquia.
No caminho da delegação iraniana, o lado paquistanês enviou duas esquadrilhas de caças para escoltar; na área central da capital, implantaram a unidade mais elite, a 111ª brigada. Antes do prazo, a delegação já chegou em segurança, pronta para se reunir com o primeiro-ministro do Paquistão. Só após os EUA aceitarem as condições prévias do Irã, as negociações oficiais poderão começar.
Mas Israel não ficou parado — embora tenha parado de bombardear Beirute, continua atacando o sul do Líbano. Mídias estrangeiras dizem que Trump ligou para Netanyahu pedindo moderação, mas Israel deixou claro que quer causar problemas. Se as negociações entre EUA e Irã começarem, Israel pode ficar ainda mais louco.
Por outro lado, Trump deu um ultimato aos aliados europeus: nos próximos dias, entreguem o plano militar do “Estreito de Hormuz”, ou os EUA sairão da OTAN, além de “trocar de governo” na Groenlândia. O secretário-geral da OTAN, Stoltenberg, tentou acalmar na Casa Branca, o primeiro-ministro do Reino Unido, Stamer, foi o primeiro a ceder, dizendo que a OTAN é mais eficaz e que a Europa realmente precisa contribuir mais. Mas Macron quer uma independência militar europeia, ele aceita ou não? Difícil dizer.
O mundo atual parece uma bomba gigante em contagem regressiva, com o pavio todo nas mãos do mais louco dos apostadores. No bunker de Islamabad, estão os altos funcionários iranianos apostando suas vidas e a delegação americana querendo tirar vantagem; lá fora, Israel pronto para explodir a mesa a qualquer momento; e os aliados europeus sendo espremidos como uma esponja por Trump.
Nos próximos 48 horas, será o amanhecer de uma trégua, ou uma grande confusão com mísseis israelenses, ou a primeira divisão da OTAN.