Manus AI revelou recentemente a sua adoção do padrão aberto de habilidades de agente desenvolvido pela Anthropic. Esta integração representa um passo significativo na evolução das capacidades tecnológicas dentro do ecossistema de Manus, consolidando uma abordagem que prioriza a interoperabilidade e a reutilização de componentes avançados.
Um padrão desenhado para flexibilidade e escalabilidade
As habilidades de agente sob este padrão funcionam como recursos empacotados que integram experiência acumulada, processos automatizados e melhores práticas do setor. Segundo dados reportados pela Foresight News, esta arquitetura baseada em sistemas de ficheiros permite que as organizações construam capacidades reutilizáveis de forma modular, reduzindo tempos de desenvolvimento e melhorando a coerência na implementação de soluções de IA.
Skill e MCP: duas tecnologias com propósitos diferenciados
Dentro do ecossistema de Manus AI, tanto Skill como MCP (Protocolo de Contexto do Modelo) operam sob lógicas complementares. Enquanto que Skill se foca em empacotar e distribuir funcionalidades específicas, MCP atua como ponte de comunicação, facilitando que os agentes acedam ao contexto necessário de forma eficiente. Embora persigam objetivos distintos, estas duas tecnologias convergem em criar um ambiente onde os modelos de IA podem trabalhar de forma mais coesa e flexível.
Implicações para a maturidade dos agentes de IA
A adoção deste padrão aberto por parte de Manus AI indica uma tendência mais ampla na indústria: a necessidade de estabelecer quadros comuns que facilitem a interoperabilidade entre plataformas. Ao alinhar as suas capacidades com o padrão da Anthropic, Manus reforça a sua posição como ator relevante no desenvolvimento de infraestrutura para agentes inteligentes, beneficiando-se de um ecossistema mais robusto onde o padrão se torna uma vantagem competitiva.
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Manus AI adopta o padrão aberto da Anthropic para potenciar os seus agentes
Manus AI revelou recentemente a sua adoção do padrão aberto de habilidades de agente desenvolvido pela Anthropic. Esta integração representa um passo significativo na evolução das capacidades tecnológicas dentro do ecossistema de Manus, consolidando uma abordagem que prioriza a interoperabilidade e a reutilização de componentes avançados.
Um padrão desenhado para flexibilidade e escalabilidade
As habilidades de agente sob este padrão funcionam como recursos empacotados que integram experiência acumulada, processos automatizados e melhores práticas do setor. Segundo dados reportados pela Foresight News, esta arquitetura baseada em sistemas de ficheiros permite que as organizações construam capacidades reutilizáveis de forma modular, reduzindo tempos de desenvolvimento e melhorando a coerência na implementação de soluções de IA.
Skill e MCP: duas tecnologias com propósitos diferenciados
Dentro do ecossistema de Manus AI, tanto Skill como MCP (Protocolo de Contexto do Modelo) operam sob lógicas complementares. Enquanto que Skill se foca em empacotar e distribuir funcionalidades específicas, MCP atua como ponte de comunicação, facilitando que os agentes acedam ao contexto necessário de forma eficiente. Embora persigam objetivos distintos, estas duas tecnologias convergem em criar um ambiente onde os modelos de IA podem trabalhar de forma mais coesa e flexível.
Implicações para a maturidade dos agentes de IA
A adoção deste padrão aberto por parte de Manus AI indica uma tendência mais ampla na indústria: a necessidade de estabelecer quadros comuns que facilitem a interoperabilidade entre plataformas. Ao alinhar as suas capacidades com o padrão da Anthropic, Manus reforça a sua posição como ator relevante no desenvolvimento de infraestrutura para agentes inteligentes, beneficiando-se de um ecossistema mais robusto onde o padrão se torna uma vantagem competitiva.