A empresa de tecnologia financeira argentina Pomelo desta vez realizou uma rodada de financiamento significativa — 55 milhões de dólares na Série C, liderada por Kaszek e Insight Partners, com participação de instituições como Index Ventures. Este dinheiro será direcionado principalmente para duas áreas: primeiro, fortalecer a capacidade de processamento de cartões de crédito na América Latina, especialmente nos mercados do México e Brasil; segundo, preparar o lançamento de um produto de cartão de crédito global baseado em stablecoins.
Curiosamente, eles escolheram o USDC da Circle como respaldo. O que isso significa? Em resumo, usar stablecoins para pagamentos e liquidações transfronteiriças. O mercado latino-americano tem uma demanda grande por dólares, e a pressão de depreciação da moeda local também é significativa. Utilizar stablecoins para contornar esses problemas é mais amigável tanto para consumidores quanto para comerciantes.
Em termos de escala de financiamento, isso não é apenas uma história de fintech tradicional, mas um campo de testes para cenários reais do Web3. As stablecoins, que começaram como ferramentas de troca no mercado de criptomoedas, estão gradualmente penetrando nas transações diárias. A Pomelo é uma participante mais pragmática nessa onda. O mercado latino-americano está cheio de oportunidades — baixa inclusão financeira, alta volatilidade cambial, custos elevados de transações internacionais — exatamente o lugar onde as stablecoins podem mostrar seu potencial.
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SignatureVerifier
· 5h atrás
honestamente... confiar na implementação do circle para isto? requer uma auditoria adicional antes de vermos métricas de adoção reais, para ser honesto
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NotFinancialAdvice
· 5h atrás
As stablecoins estão realmente a entrar no pagamento diário, desta vez a ação do Pomelo é realmente diferente
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ChainDetective
· 5h atrás
As stablecoins finalmente saíram da especulação do mercado de criptomoedas, esta é a verdadeira direção. Na América Latina, com tanta pressão de depreciação da moeda local, o USDC realmente é a solução.
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ArbitrageBot
· 5h atrás
As stablecoins estão mesmo a sair do circuito, desta vez a ação do Pomelo mostra o quão sedento está o mercado latino-americano
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not_your_keys
· 5h atrás
As stablecoins finalmente encontram cenários reais, não apenas no trading. A jogada da Pomelo foi bastante inteligente, pois a moeda local na América Latina realmente é muito fraca.
A empresa de tecnologia financeira argentina Pomelo desta vez realizou uma rodada de financiamento significativa — 55 milhões de dólares na Série C, liderada por Kaszek e Insight Partners, com participação de instituições como Index Ventures. Este dinheiro será direcionado principalmente para duas áreas: primeiro, fortalecer a capacidade de processamento de cartões de crédito na América Latina, especialmente nos mercados do México e Brasil; segundo, preparar o lançamento de um produto de cartão de crédito global baseado em stablecoins.
Curiosamente, eles escolheram o USDC da Circle como respaldo. O que isso significa? Em resumo, usar stablecoins para pagamentos e liquidações transfronteiriças. O mercado latino-americano tem uma demanda grande por dólares, e a pressão de depreciação da moeda local também é significativa. Utilizar stablecoins para contornar esses problemas é mais amigável tanto para consumidores quanto para comerciantes.
Em termos de escala de financiamento, isso não é apenas uma história de fintech tradicional, mas um campo de testes para cenários reais do Web3. As stablecoins, que começaram como ferramentas de troca no mercado de criptomoedas, estão gradualmente penetrando nas transações diárias. A Pomelo é uma participante mais pragmática nessa onda. O mercado latino-americano está cheio de oportunidades — baixa inclusão financeira, alta volatilidade cambial, custos elevados de transações internacionais — exatamente o lugar onde as stablecoins podem mostrar seu potencial.