Ao mencionar o índice de pânico VIX, muitos investidores reagem inicialmente pensando que é um sinal de alerta de crise de mercado. Na verdade, o VIX (Índice de Volatilidade) é uma medida quantitativa da expectativa de volatilidade dos próximos 30 dias de negociação do índice S&P 500, criado e mantido pela Chicago Board Options Exchange (CBOE) desde 1993, sendo também conhecido como Índice de Volatilidade CBOE.
Este indicador é chamado de “índice de pânico” não porque possa prever quedas de mercado, mas porque reflete de forma sensível as expectativas dos investidores quanto ao risco de mercado. Quando o VIX sobe, indica que os participantes do mercado esperam maior volatilidade; quando ele cai, sugere que o sentimento do mercado está mais calmo.
Em termos de intervalos numéricos, 0-15 geralmente representa um mercado estável, 15-20 é considerado normal, 20-25 reflete preocupações emergentes, 25-30 indica aumento da volatilidade, e acima de 30 costuma estar associado a pânico de mercado.
Como o VIX é calculado? Qual é a lógica por trás?
O cálculo do VIX não é uma simples estatística de volatilidade histórica, mas uma média ponderada da volatilidade implícita do mercado de opções do S&P 500. O processo consiste em: primeiro, coletar dados de opções de compra e venda com diferentes datas de vencimento e preços de exercício; depois, calcular a volatilidade implícita dessas opções; por fim, integrar esses dados por uma média ponderada para obter o índice VIX.
O VIX é expresso em porcentagem anualizada e segue uma distribuição normal de probabilidade. Por exemplo, se o VIX estiver em 15, isso significa que o mercado espera uma volatilidade anual de 15%, o que equivale a um desvio padrão de aproximadamente 4,33% em 30 dias. Ou seja, há uma probabilidade de 68% de que a variação do S&P 500 nos próximos 30 dias não ultrapasse mais ou menos 4,33%.
A vantagem dessa metodologia é que o VIX reflete as expectativas do mercado para o futuro, não fatos passados, conferindo-lhe uma característica preditiva.
Como o VIX se comporta em momentos de crise?
Dados históricos mostram claramente o impacto de grandes eventos financeiros no VIX:
Crises como a crise financeira asiática de 1997, os ataques de 11 de setembro de 2001, a crise financeira global de 2008 (com o VIX chegando perto de 80), a crise da dívida europeia de 2010, as tensões comerciais entre EUA e China em 2018-2019, e a pandemia de COVID-19 em 2020 — cada uma dessas crises foi acompanhada por picos dramáticos no VIX.
Dentre esses, o auge durante a pandemia de 2020 é especialmente notável. Na Taiwan, por exemplo, o VIX do Taiwan (台指VIX) atingiu 57 em 23 de março de 2020, enquanto o mercado de Taiwan caiu 344 pontos, chegando a 8900 pontos, e os mercados financeiros globais estavam em extrema turbulência.
Uma curiosidade estatística é que o VIX tende a subir antes das eleições presidenciais nos EUA. Estudos indicam que, 60 dias antes da eleição e no dia do pleito, o VIX costuma estar em níveis mais elevados, refletindo a necessidade de hedge contra a incerteza política. Por exemplo, na eleição de 2008, o VIX quase dobrou nos dois meses anteriores; na eleição de 2020, atingiu 41,16 em 29 de outubro, mas recuou rapidamente após a divulgação do resultado.
Relação entre VIX e índices de ações
O VIX apresenta uma relação inversa típica com o S&P 500: quando o S&P 500 cai ou a volatilidade do mercado aumenta, o VIX geralmente sobe; e vice-versa. Contudo, essa relação inversa não é absoluta.
Na prática, os índices Dow Jones e Nasdaq têm uma relação mais complexa com o VIX. Embora a volatilidade desses índices influencie o nível do VIX, ele acompanha principalmente a volatilidade do S&P 500, tendo limitações na previsão de outros índices. Em algumas ocasiões, o mercado cai, mas o VIX não sobe de forma significativa, pois, uma vez que a incerteza se dissipa, mesmo uma pequena queda do mercado pode vir acompanhada de uma redução na volatilidade.
Investidores em Taiwan: o que é o 台指VIX
A Taiwan Futures Exchange lançou em 2006 o 台指VIX (TAIWAN VIX), baseado em opções do índice Taiwan Weighted, calculado segundo a fórmula da CBOE. Como Taiwan é uma economia altamente aberta e com forte ligação aos mercados globais, o comportamento do 台指VIX frequentemente reflete fatores econômicos e políticos internacionais.
Nos últimos anos, o 台指VIX atingiu três picos acima de 30. Além do auge em março de 2020, a escalada da pandemia, em maio de 2021, também elevou o índice devido à crise local, levando o 台指VIX a quase 40; antes disso, em fevereiro de 2018, uma forte queda das ações americanas gerou pânico global e o 台指VIX ultrapassou 30. Em 2023, com a estabilização do mercado, o 台指VIX costuma oscilar entre 10 e 20.
Da teoria à prática: como usar o VIX para orientar investimentos?
Identificar pontos de inflexão do mercado
As reversões do VIX frequentemente indicam pontos críticos de mudança de tendência. Estudos mostram que, quando o VIX sobe rapidamente e o mercado está em queda, isso geralmente sinaliza que a baixa está perto do fim — uma oportunidade de compra. Por outro lado, quando o VIX se recupera de níveis baixos enquanto o mercado ainda sobe, pode indicar uma reversão iminente.
É importante notar que o VIX tende a fornecer sinais de compra de forma mais sincronizada, enquanto os sinais de venda podem apresentar atraso, devendo os investidores ajustar suas estratégias com base nisso.
Ajuste dinâmico na alocação de ativos
O nível do VIX orienta diretamente a gestão de posições. Quando o VIX está em níveis baixos (0-15), o mercado está relativamente calmo, podendo-se considerar aumentar a exposição em ações ou fazer compras em baixa. Quando o VIX sobe acima de 20, é prudente reduzir a exposição ao risco, aumentando a alocação em títulos, ouro ou mantendo caixa para oportunidades futuras.
Escolha de ferramentas de hedge precisas
Futuros e opções de VIX, derivados do índice, podem ser usados como ferramentas eficazes de proteção. Quando se espera aumento na volatilidade, é possível fazer hedge comprando produtos relacionados ao VIX para proteger posições de ações de longo prazo. Contudo, esse tipo de hedge não é perfeito — um VIX elevado não necessariamente indica um mercado em baixa, apenas uma expectativa de maior volatilidade, sem uma previsão de direção.
Ferramentas práticas para negociar VIX
Futuros e opções de VIX
Desde que a CBOE lançou os futuros de VIX em 2004, e posteriormente as opções em 2006, investidores podem participar diretamente do mercado de volatilidade por meio desses derivativos. Os futuros permitem entrega a um preço futuro predeterminado, enquanto as opções oferecem maior flexibilidade na gestão de risco.
ETFs e ETNs
Para investidores comuns, participar via ETFs ou ETNs relacionados ao VIX é a forma mais prática. Os principais produtos atualmente incluem:
VIXY (ProShares Short-Term VIX Futures ETF): com boa liquidez, acompanha futuros de curto prazo do VIX
UVXY (ProShares 1.5x Leverage Short-Term VIX ETF): para investidores mais agressivos que esperam alta na volatilidade
VXX (Barclays Short-Term VIX ETN): ferramenta clássica de investimento em volatilidade
SVXY (ProShares Short VIX Short-Term Futures ETF): produto inverso, para momentos de queda na volatilidade
É importante lembrar que esses produtos possuem uma característica inerente de degradação por roll decay. Como os futuros de VIX vencem, a rolagem contínua em mercados de baixa volatilidade causa perda de valor em produtos como VXX, UVXY e VIXY.
Análise do cenário atual do mercado e o entendimento do VIX
Em 2024, apesar de o mercado enfrentar incertezas relacionadas à política do Federal Reserve, riscos geopolíticos e expectativas de lucros corporativos, o VIX mantém níveis relativamente moderados. Nos últimos doze meses, o VIX variou entre 12 e 20, bem abaixo da média histórica de 18,5 desde 1993.
Estatisticamente, a volatilidade diária do S&P 500 nos últimos 100 dias tem um desvio padrão de apenas 0,7%, cerca de 30% menor que a média dos últimos 14 anos, que é de aproximadamente 1%. Isso sugere que a volatilidade do mercado está em níveis historicamente baixos, transmitindo uma sensação de “touro estável” aos investidores.
Reflexões profundas: limitações do VIX e uso correto
O VIX não é uma ferramenta de previsão absoluta do mercado, essa é uma regra fundamental. Ele mede expectativas de volatilidade, não de direção — o mercado pode continuar em queda mesmo com baixa volatilidade, ou subir mesmo com alta expectativa de oscilações.
Além disso, o VIX reflete principalmente a volatilidade prevista do S&P 500, tendo limitações na previsão de outros índices como Dow Jones e Nasdaq, que possuem suas próprias dinâmicas.
A forma correta de usar o VIX é considerá-lo como parte de uma estrutura de avaliação de risco multidimensional, combinando análise fundamental, técnica, liquidez de mercado e outros fatores para tomar decisões de investimento. Acompanhar também o comportamento de futuros e opções de VIX oferece uma visão mais completa das expectativas do mercado.
Para investidores que desejam operar volatilidade, é essencial avaliar cuidadosamente sua tolerância ao risco, entender bem as características dos produtos (especialmente ETNs, com risco de crédito e roll decay), e evitar usar esses instrumentos como ferramentas de especulação direcional.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
Aproveite as tendências do mercado: Guia de investimento no índice de pânico e no índice de volatilidade de Taiwan
O que é realmente que o índice de pânico mede?
Ao mencionar o índice de pânico VIX, muitos investidores reagem inicialmente pensando que é um sinal de alerta de crise de mercado. Na verdade, o VIX (Índice de Volatilidade) é uma medida quantitativa da expectativa de volatilidade dos próximos 30 dias de negociação do índice S&P 500, criado e mantido pela Chicago Board Options Exchange (CBOE) desde 1993, sendo também conhecido como Índice de Volatilidade CBOE.
Este indicador é chamado de “índice de pânico” não porque possa prever quedas de mercado, mas porque reflete de forma sensível as expectativas dos investidores quanto ao risco de mercado. Quando o VIX sobe, indica que os participantes do mercado esperam maior volatilidade; quando ele cai, sugere que o sentimento do mercado está mais calmo.
Em termos de intervalos numéricos, 0-15 geralmente representa um mercado estável, 15-20 é considerado normal, 20-25 reflete preocupações emergentes, 25-30 indica aumento da volatilidade, e acima de 30 costuma estar associado a pânico de mercado.
Como o VIX é calculado? Qual é a lógica por trás?
O cálculo do VIX não é uma simples estatística de volatilidade histórica, mas uma média ponderada da volatilidade implícita do mercado de opções do S&P 500. O processo consiste em: primeiro, coletar dados de opções de compra e venda com diferentes datas de vencimento e preços de exercício; depois, calcular a volatilidade implícita dessas opções; por fim, integrar esses dados por uma média ponderada para obter o índice VIX.
O VIX é expresso em porcentagem anualizada e segue uma distribuição normal de probabilidade. Por exemplo, se o VIX estiver em 15, isso significa que o mercado espera uma volatilidade anual de 15%, o que equivale a um desvio padrão de aproximadamente 4,33% em 30 dias. Ou seja, há uma probabilidade de 68% de que a variação do S&P 500 nos próximos 30 dias não ultrapasse mais ou menos 4,33%.
A vantagem dessa metodologia é que o VIX reflete as expectativas do mercado para o futuro, não fatos passados, conferindo-lhe uma característica preditiva.
Como o VIX se comporta em momentos de crise?
Dados históricos mostram claramente o impacto de grandes eventos financeiros no VIX:
Crises como a crise financeira asiática de 1997, os ataques de 11 de setembro de 2001, a crise financeira global de 2008 (com o VIX chegando perto de 80), a crise da dívida europeia de 2010, as tensões comerciais entre EUA e China em 2018-2019, e a pandemia de COVID-19 em 2020 — cada uma dessas crises foi acompanhada por picos dramáticos no VIX.
Dentre esses, o auge durante a pandemia de 2020 é especialmente notável. Na Taiwan, por exemplo, o VIX do Taiwan (台指VIX) atingiu 57 em 23 de março de 2020, enquanto o mercado de Taiwan caiu 344 pontos, chegando a 8900 pontos, e os mercados financeiros globais estavam em extrema turbulência.
Uma curiosidade estatística é que o VIX tende a subir antes das eleições presidenciais nos EUA. Estudos indicam que, 60 dias antes da eleição e no dia do pleito, o VIX costuma estar em níveis mais elevados, refletindo a necessidade de hedge contra a incerteza política. Por exemplo, na eleição de 2008, o VIX quase dobrou nos dois meses anteriores; na eleição de 2020, atingiu 41,16 em 29 de outubro, mas recuou rapidamente após a divulgação do resultado.
Relação entre VIX e índices de ações
O VIX apresenta uma relação inversa típica com o S&P 500: quando o S&P 500 cai ou a volatilidade do mercado aumenta, o VIX geralmente sobe; e vice-versa. Contudo, essa relação inversa não é absoluta.
Na prática, os índices Dow Jones e Nasdaq têm uma relação mais complexa com o VIX. Embora a volatilidade desses índices influencie o nível do VIX, ele acompanha principalmente a volatilidade do S&P 500, tendo limitações na previsão de outros índices. Em algumas ocasiões, o mercado cai, mas o VIX não sobe de forma significativa, pois, uma vez que a incerteza se dissipa, mesmo uma pequena queda do mercado pode vir acompanhada de uma redução na volatilidade.
Investidores em Taiwan: o que é o 台指VIX
A Taiwan Futures Exchange lançou em 2006 o 台指VIX (TAIWAN VIX), baseado em opções do índice Taiwan Weighted, calculado segundo a fórmula da CBOE. Como Taiwan é uma economia altamente aberta e com forte ligação aos mercados globais, o comportamento do 台指VIX frequentemente reflete fatores econômicos e políticos internacionais.
Nos últimos anos, o 台指VIX atingiu três picos acima de 30. Além do auge em março de 2020, a escalada da pandemia, em maio de 2021, também elevou o índice devido à crise local, levando o 台指VIX a quase 40; antes disso, em fevereiro de 2018, uma forte queda das ações americanas gerou pânico global e o 台指VIX ultrapassou 30. Em 2023, com a estabilização do mercado, o 台指VIX costuma oscilar entre 10 e 20.
Da teoria à prática: como usar o VIX para orientar investimentos?
Identificar pontos de inflexão do mercado
As reversões do VIX frequentemente indicam pontos críticos de mudança de tendência. Estudos mostram que, quando o VIX sobe rapidamente e o mercado está em queda, isso geralmente sinaliza que a baixa está perto do fim — uma oportunidade de compra. Por outro lado, quando o VIX se recupera de níveis baixos enquanto o mercado ainda sobe, pode indicar uma reversão iminente.
É importante notar que o VIX tende a fornecer sinais de compra de forma mais sincronizada, enquanto os sinais de venda podem apresentar atraso, devendo os investidores ajustar suas estratégias com base nisso.
Ajuste dinâmico na alocação de ativos
O nível do VIX orienta diretamente a gestão de posições. Quando o VIX está em níveis baixos (0-15), o mercado está relativamente calmo, podendo-se considerar aumentar a exposição em ações ou fazer compras em baixa. Quando o VIX sobe acima de 20, é prudente reduzir a exposição ao risco, aumentando a alocação em títulos, ouro ou mantendo caixa para oportunidades futuras.
Escolha de ferramentas de hedge precisas
Futuros e opções de VIX, derivados do índice, podem ser usados como ferramentas eficazes de proteção. Quando se espera aumento na volatilidade, é possível fazer hedge comprando produtos relacionados ao VIX para proteger posições de ações de longo prazo. Contudo, esse tipo de hedge não é perfeito — um VIX elevado não necessariamente indica um mercado em baixa, apenas uma expectativa de maior volatilidade, sem uma previsão de direção.
Ferramentas práticas para negociar VIX
Futuros e opções de VIX
Desde que a CBOE lançou os futuros de VIX em 2004, e posteriormente as opções em 2006, investidores podem participar diretamente do mercado de volatilidade por meio desses derivativos. Os futuros permitem entrega a um preço futuro predeterminado, enquanto as opções oferecem maior flexibilidade na gestão de risco.
ETFs e ETNs
Para investidores comuns, participar via ETFs ou ETNs relacionados ao VIX é a forma mais prática. Os principais produtos atualmente incluem:
É importante lembrar que esses produtos possuem uma característica inerente de degradação por roll decay. Como os futuros de VIX vencem, a rolagem contínua em mercados de baixa volatilidade causa perda de valor em produtos como VXX, UVXY e VIXY.
Análise do cenário atual do mercado e o entendimento do VIX
Em 2024, apesar de o mercado enfrentar incertezas relacionadas à política do Federal Reserve, riscos geopolíticos e expectativas de lucros corporativos, o VIX mantém níveis relativamente moderados. Nos últimos doze meses, o VIX variou entre 12 e 20, bem abaixo da média histórica de 18,5 desde 1993.
Estatisticamente, a volatilidade diária do S&P 500 nos últimos 100 dias tem um desvio padrão de apenas 0,7%, cerca de 30% menor que a média dos últimos 14 anos, que é de aproximadamente 1%. Isso sugere que a volatilidade do mercado está em níveis historicamente baixos, transmitindo uma sensação de “touro estável” aos investidores.
Reflexões profundas: limitações do VIX e uso correto
O VIX não é uma ferramenta de previsão absoluta do mercado, essa é uma regra fundamental. Ele mede expectativas de volatilidade, não de direção — o mercado pode continuar em queda mesmo com baixa volatilidade, ou subir mesmo com alta expectativa de oscilações.
Além disso, o VIX reflete principalmente a volatilidade prevista do S&P 500, tendo limitações na previsão de outros índices como Dow Jones e Nasdaq, que possuem suas próprias dinâmicas.
A forma correta de usar o VIX é considerá-lo como parte de uma estrutura de avaliação de risco multidimensional, combinando análise fundamental, técnica, liquidez de mercado e outros fatores para tomar decisões de investimento. Acompanhar também o comportamento de futuros e opções de VIX oferece uma visão mais completa das expectativas do mercado.
Para investidores que desejam operar volatilidade, é essencial avaliar cuidadosamente sua tolerância ao risco, entender bem as características dos produtos (especialmente ETNs, com risco de crédito e roll decay), e evitar usar esses instrumentos como ferramentas de especulação direcional.