A mais recente colaboração entre o Société Générale e a Swift demonstra os avanços concretos na integração entre finanças tradicionais e tecnologia blockchain. Este teste não só validou a viabilidade técnica, mas também mostrou como grandes instituições financeiras podem impulsionar a transformação digital sob um quadro regulatório rigoroso. Por trás disso, reflete-se uma tendência maior: a tokenização do mercado de capitais já entrou na fase de validação prática, deixando o conceito para trás.
Uma prova completa do processo de tokenização de títulos
Conteúdo principal do teste
O departamento de ativos digitais do Société Générale, SG-FORGE, em parceria com a Swift, realizou com sucesso toda a operação do ciclo de vida de um título tokenizado:
Emissão de títulos tokenizados
Processo de liquidação (DvP)
Pagamentos de juros periódicos
Resgate do título
Essas quatro etapas parecem simples, mas na realidade abrangem todos os processos-chave do mercado de títulos tradicional. O DvP (Delivery versus Payment) é especialmente importante, pois garante que fundos e títulos sejam entregues simultaneamente, prevenindo riscos de liquidação.
Significado regulatório do stablecoin EURCV
O stablecoin utilizado neste teste foi o EUR CoinVertible (EURCV), com foco na conformidade com o regulamento europeu MiCA (Regulamento do Mercado de Ativos Digitais). Este não é um stablecoin comum, mas um produto regulado e aprovado sob rigorosos critérios.
A conformidade com a MiCA implica:
Necessidade de aprovação pelas autoridades reguladoras
Atendimento a requisitos de capital e gestão de risco
Garantias legais de transparência e proteção ao investidor
Utilizar um stablecoin regulado, em vez de outros ativos criptográficos, para a liquidação de títulos demonstra a importância que o finanças tradicionais atribuem ao quadro regulatório.
O significado estratégico da Swift
Mais do que uma atualização do sistema de pagamentos
Embora a Swift seja conhecida pelo código SWIFT e pelas transferências internacionais, esta parceria revela uma ambição maior no campo de ativos digitais. A função da Swift não é apenas fornecer infraestrutura de liquidação, mas também coordenar transações de ativos entre plataformas diferentes.
Isso significa que a Swift está construindo um centro que conecta o sistema financeiro tradicional às plataformas de blockchain. Quando mais de 30 bancos globais participam de um mesmo projeto, o valor desse centro fica evidente.
Ecossistema de mais de 30 bancos
Este não é um projeto de pequena escala entre duas instituições, mas parte de uma iniciativa maior liderada pela Swift no campo de ativos digitais. A participação de mais de 30 bancos globais indica que:
A direção já conta com consenso do setor
As instituições envolvidas incluem bancos comerciais tradicionais
Há escala suficiente para impulsionar a padronização
Implicações para o mercado de capitais
Relevância prática da tokenização de títulos
A tokenização não é uma estratégia de especulação, mas uma forma de aumentar a eficiência. Os problemas do mercado de títulos tradicional — ciclos longos de liquidação, liquidez limitada, altos custos — podem ser melhorados dentro de uma estrutura tokenizada:
Liquidação em tempo real, ao contrário de T+2 ou T+3
Possibilidade de negociações 24 horas
Redução significativa dos custos de intermediação
Menor barreira de entrada para pequenos investidores
Aperfeiçoamento do quadro regulatório
Outro aspecto importante deste teste é que ele foi realizado sob o quadro regulatório da MiCA. Isso demonstra que a supervisão da União Europeia sobre ativos digitais já está madura o suficiente para apoiar inovações financeiras tradicionais. Outros reguladores ao redor do mundo também estão observando esse caso, o que pode acelerar a padronização regulatória global.
Conclusão
Este teste conjunto entre a Swift e o Société Générale marca um momento decisivo na digitalização do mercado de capitais, saindo da teoria para a prática. Utilizar stablecoins regulados, envolver participantes do sistema financeiro tradicional e realizar toda a cadeia de transações de títulos sob um quadro regulatório rigoroso mostra um caminho maduro para o financeiro digital. Quando mais de 30 bancos globais participam, isso deixa de ser uma exceção e passa a ser uma tendência do setor. O próximo passo é transformar esses resultados em aplicações reais e expandir para outras classes de ativos, como ações e derivativos.
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A Swift lidera testes de liquidação de títulos com stablecoins em mais de 30 bancos, acelerando a digitalização das finanças tradicionais
A mais recente colaboração entre o Société Générale e a Swift demonstra os avanços concretos na integração entre finanças tradicionais e tecnologia blockchain. Este teste não só validou a viabilidade técnica, mas também mostrou como grandes instituições financeiras podem impulsionar a transformação digital sob um quadro regulatório rigoroso. Por trás disso, reflete-se uma tendência maior: a tokenização do mercado de capitais já entrou na fase de validação prática, deixando o conceito para trás.
Uma prova completa do processo de tokenização de títulos
Conteúdo principal do teste
O departamento de ativos digitais do Société Générale, SG-FORGE, em parceria com a Swift, realizou com sucesso toda a operação do ciclo de vida de um título tokenizado:
Essas quatro etapas parecem simples, mas na realidade abrangem todos os processos-chave do mercado de títulos tradicional. O DvP (Delivery versus Payment) é especialmente importante, pois garante que fundos e títulos sejam entregues simultaneamente, prevenindo riscos de liquidação.
Significado regulatório do stablecoin EURCV
O stablecoin utilizado neste teste foi o EUR CoinVertible (EURCV), com foco na conformidade com o regulamento europeu MiCA (Regulamento do Mercado de Ativos Digitais). Este não é um stablecoin comum, mas um produto regulado e aprovado sob rigorosos critérios.
A conformidade com a MiCA implica:
Utilizar um stablecoin regulado, em vez de outros ativos criptográficos, para a liquidação de títulos demonstra a importância que o finanças tradicionais atribuem ao quadro regulatório.
O significado estratégico da Swift
Mais do que uma atualização do sistema de pagamentos
Embora a Swift seja conhecida pelo código SWIFT e pelas transferências internacionais, esta parceria revela uma ambição maior no campo de ativos digitais. A função da Swift não é apenas fornecer infraestrutura de liquidação, mas também coordenar transações de ativos entre plataformas diferentes.
Isso significa que a Swift está construindo um centro que conecta o sistema financeiro tradicional às plataformas de blockchain. Quando mais de 30 bancos globais participam de um mesmo projeto, o valor desse centro fica evidente.
Ecossistema de mais de 30 bancos
Este não é um projeto de pequena escala entre duas instituições, mas parte de uma iniciativa maior liderada pela Swift no campo de ativos digitais. A participação de mais de 30 bancos globais indica que:
Implicações para o mercado de capitais
Relevância prática da tokenização de títulos
A tokenização não é uma estratégia de especulação, mas uma forma de aumentar a eficiência. Os problemas do mercado de títulos tradicional — ciclos longos de liquidação, liquidez limitada, altos custos — podem ser melhorados dentro de uma estrutura tokenizada:
Aperfeiçoamento do quadro regulatório
Outro aspecto importante deste teste é que ele foi realizado sob o quadro regulatório da MiCA. Isso demonstra que a supervisão da União Europeia sobre ativos digitais já está madura o suficiente para apoiar inovações financeiras tradicionais. Outros reguladores ao redor do mundo também estão observando esse caso, o que pode acelerar a padronização regulatória global.
Conclusão
Este teste conjunto entre a Swift e o Société Générale marca um momento decisivo na digitalização do mercado de capitais, saindo da teoria para a prática. Utilizar stablecoins regulados, envolver participantes do sistema financeiro tradicional e realizar toda a cadeia de transações de títulos sob um quadro regulatório rigoroso mostra um caminho maduro para o financeiro digital. Quando mais de 30 bancos globais participam, isso deixa de ser uma exceção e passa a ser uma tendência do setor. O próximo passo é transformar esses resultados em aplicações reais e expandir para outras classes de ativos, como ações e derivativos.