Recentemente, as últimas semanas têm mostrado uma série de sinais positivos no âmbito político do mercado de criptomoedas. O Senado dos Estados Unidos está a analisar a lei CLARITY, cujo núcleo é a classificação do BTC e ETH como bens digitais, sob supervisão da CFTC, enquanto a SEC se concentra na regulamentação de tokens de valores mobiliários. Ao mesmo tempo, a lei reforça a proteção legal da custódia autónoma, com uma votação em toda a câmara prevista para o final do Q1, o que sem dúvida representa a maior luz verde política antes de uma entrada em massa de instituições.
A nível internacional, Hong Kong implementou, a partir de 1 de janeiro, novas regras de capital de criptomoedas (BCFS), permitindo que os bancos participem no ecossistema de criptomoedas de forma compliant, com RWA e stablecoins compliant a tornarem-se os principais focos de atenção das instituições.
No âmbito macroeconómico, também há sinais positivos a emergir. As expectativas de redução das taxas de juro pelo Federal Reserve continuam a aumentar, limitando a pressão de valorização do dólar, o que aumenta diretamente a atratividade de alocação em ativos de risco. Além disso, a complexidade da situação geopolítica faz com que os ativos digitais, como ferramenta de proteção contra a inflação e meio de pagamento transfronteiriço, ganhem cada vez mais destaque, enquanto os fundos do mercado tradicional estão a deslocar-se progressivamente para este setor.
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Recentemente, as últimas semanas têm mostrado uma série de sinais positivos no âmbito político do mercado de criptomoedas. O Senado dos Estados Unidos está a analisar a lei CLARITY, cujo núcleo é a classificação do BTC e ETH como bens digitais, sob supervisão da CFTC, enquanto a SEC se concentra na regulamentação de tokens de valores mobiliários. Ao mesmo tempo, a lei reforça a proteção legal da custódia autónoma, com uma votação em toda a câmara prevista para o final do Q1, o que sem dúvida representa a maior luz verde política antes de uma entrada em massa de instituições.
A nível internacional, Hong Kong implementou, a partir de 1 de janeiro, novas regras de capital de criptomoedas (BCFS), permitindo que os bancos participem no ecossistema de criptomoedas de forma compliant, com RWA e stablecoins compliant a tornarem-se os principais focos de atenção das instituições.
No âmbito macroeconómico, também há sinais positivos a emergir. As expectativas de redução das taxas de juro pelo Federal Reserve continuam a aumentar, limitando a pressão de valorização do dólar, o que aumenta diretamente a atratividade de alocação em ativos de risco. Além disso, a complexidade da situação geopolítica faz com que os ativos digitais, como ferramenta de proteção contra a inflação e meio de pagamento transfronteiriço, ganhem cada vez mais destaque, enquanto os fundos do mercado tradicional estão a deslocar-se progressivamente para este setor.