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A política energética voltou a estar em destaque. Em 14 de janeiro, as autoridades americanas anunciaram a conclusão oficial da primeira transação de petróleo venezuelano no valor de 5 mil milhões de dólares, o que não é apenas um contrato comercial comum, mas uma jogada estratégica que pode abalar toda a estrutura do mercado energético global.
A execução da transação foi bastante interessante. Os fundos foram inicialmente transferidos para uma conta bancária controlada pelos Estados Unidos no Catar, com a operação liderada por duas grandes empresas de comércio de energia, Tok e Vido. Atualmente, já foram transportados mais de 4 milhões de barris de petróleo, com planos de continuar a vender os 50 milhões de barris de estoque acumulado, com um prazo de venda indefinido, a um preço aproximado de 50 dólares por barril. Em suma, esta é uma etapa concreta dos EUA para assumir o controlo da indústria petrolífera da Venezuela, após anos de pressão militar e apreensão de petroleiros.
Os verdadeiros objetivos do governo americano não podem ser escondidos. A administração Trump está a promover fortemente o investimento de empresas petrolíferas americanas na ordem dos milhares de milhões de dólares, com o objetivo de reativar o sistema de produção de petróleo da Venezuela, que já entrou em colapso. Este país detém 17% das reservas mundiais de petróleo, totalizando 303 mil milhões de barris, sendo o primeiro do mundo nesse ranking. Contudo, a produção diária atual é de apenas 880 mil barris, menos de um quarto do pico de produção anterior. Os planos dos EUA são claros: despertar esta reserva de energia adormecida e criar uma nova fonte essencial na cadeia de abastecimento global de petróleo.
As consequências desta jogada são bastante significativas. Primeiramente, a reestruturação do fluxo de petróleo, com instalações de armazenamento no Caribe a tornarem-se centros de transbordo essenciais, com o petróleo a ser enviado diretamente às refinarias nos EUA. Em segundo lugar, a consolidação da influência na América Latina, através de investimentos energéticos que reforçam o controlo sobre o interior do continente sul-americano, ao mesmo tempo que enfraquecem a influência de outras grandes potências na região. Terceiro, o aumento da competição entre as empresas petrolíferas, com Chevron, ExxonMobil e outros gigantes do setor a receberem autorização para entrar, embora, devido à legislação ainda incompleta, estas empresas estejam a adotar uma postura cautelosa.
A transação de 5 mil milhões de dólares é apenas uma amostra do grande jogo energético que está a ser jogado. As apostas de centenas de bilhões de dólares estão a ser preparadas, com o preço do petróleo, a cadeia de abastecimento energético e as novas variáveis geopolíticas e económicas a entrarem em ação. O desenvolvimento futuro deste jogo energético será de interesse de todos os participantes do mercado.