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Visa stablecoin liquidações de 4,5 bilhões de dólares, por que a aceitação pelos comerciantes ainda é um obstáculo
A Visa está a acelerar a implementação de pagamentos com stablecoins, mas enfrenta uma contradição interessante: a circulação de stablecoins ultrapassa os 270 mil milhões de dólares, enquanto o volume de liquidação anual da Visa é de apenas 4,5 mil milhões de dólares, e a aceitação por parte dos comerciantes tradicionais ainda é limitada. Por trás disso, refletem-se não apenas questões técnicas, mas também as dificuldades reais do ecossistema de pagamentos.
Relatório de desempenho das stablecoins da Visa
De acordo com as últimas notícias, o responsável pelos negócios de criptomoedas da Visa, Cuy Sheffield, afirmou que atualmente o volume de liquidação com stablecoins já atingiu uma escala anual de 4,5 mil milhões de dólares. Embora esse número pareça significativo, no contexto do negócio global da Visa, é relativamente pequeno.
Os principais dados comparativos são os seguintes:
Analisando os números, embora a liquidação com stablecoins represente uma pequena fração do volume total de pagamentos da Visa, o crescimento mensal é notável, indicando uma tendência ascendente.
A situação contraditória
Aqui surge um fenómeno intrigante: a circulação de stablecoins já é bastante significativa (270 mil milhões de dólares), mas a proporção realmente utilizada para pagamentos práticos é muito baixa. Sheffield afirmou claramente que, apesar do enorme volume de circulação, a aceitação por parte dos comerciantes tradicionais ainda é limitada, e atualmente não há uma grande rede de comerciantes a aceitar stablecoins.
O que isto significa? Muitas stablecoins são emitidas, mas a liquidez permanece principalmente nas exchanges e entre os detentores de moedas, enquanto os cenários de uso diário ainda são escassos.
A estratégia da Visa
A Visa não se deixou impedir por esta situação, mas está a avançar ativamente na integração:
Estas ações demonstram que a Visa não está a reagir passivamente, mas a integrar proativamente as stablecoins na sua infraestrutura de pagamentos.
Oportunidades de mercado e a realidade
Porque é que a Visa quer apostar nas stablecoins
A concorrência no setor de pagamentos já não se limita às organizações tradicionais de cartões. As stablecoins representam possibilidades de pagamento 24/7, com liquidação em segundos e custos baixos. Para a Visa, se não se posicionar neste campo, corre o risco de perder quota de mercado para novos métodos de pagamento.
Porque é que a aceitação por parte dos comerciantes é baixa
As razões pelas quais os comerciantes não aceitam stablecoins são bastante concretas:
A colaboração da Visa com a BVNK, bem como a integração direta na rede de pagamentos Visa Direct, visam precisamente resolver estes problemas: permitir que comerciantes e consumidores usem stablecoins, enquanto a liquidez e liquidação finais ficam a cargo da Visa.
O que esperar no futuro
Com base nos dados atuais, as stablecoins ainda estão numa fase muito inicial no ecossistema de pagamentos da Visa. No entanto, vários fatores podem alterar este cenário progressivamente:
A USDC, a maior stablecoin lastreada em dólares, atualmente circula com 7.578 milhões de dólares, e ocupa a 7ª posição entre os ativos criptográficos em valor de mercado. Se a Visa conseguir realmente integrar uma rede de aceitação por parte dos comerciantes, o uso real destas stablecoins poderá expandir-se bastante.
Resumo
Embora os 4,5 mil milhões de dólares de liquidação com stablecoins da Visa pareçam pequenos, representam uma atitude séria de um gigante de pagamentos em relação a um novo paradigma de pagamento. O verdadeiro desafio não está na Visa em si, mas em fazer com que os principais comerciantes e consumidores aceitem realmente pagamentos com stablecoins. Uma vez ultrapassado este obstáculo, o papel das stablecoins no sistema de pagamentos poderá mudar de forma radical. O foco atual é acompanhar o progresso dos pilotos com parceiros como a BVNK e a definição regulatória final nos EUA.