A movimentação de ontem à noite (14 de janeiro) não foi apenas um movimento falso. O Bitcoin continuou a subir, atingindo um pico próximo de 97.500 dólares, fechando em torno de 97.013 dólares, com um aumento de 4,8% nas últimas 24 horas. É importante notar que isso ocorreu após já ter estabilizado acima de 96.000 dólares na sessão matinal.
Por que conseguiu subir assim? Vários fatores se combinaram e impulsionaram:
**Fundamentos macroeconômicos com algum suporte** — Os dados do CPI dos EUA mostram que a inflação estabilizou, e as preocupações com o aumento das taxas de juros diminuíram significativamente. Essa melhora no sentimento beneficiou diretamente todo o setor de ativos de risco, fazendo as criptomoedas subirem naturalmente.
**Instituições estão investindo de verdade** — Os dados de entrada de fundos em ETFs à vista e nas carteiras de exchanges estão evidentes. Essa entrada contínua de grandes quantidades de capital geralmente indica otimismo por parte das instituições.
**Houve uma quebra técnica importante** — O Bitcoin rompeu diretamente uma faixa de consolidação de mais de dois meses. Essa quebra com volume costuma desencadear uma sequência de compras de follow-up. A estrutura técnica do mercado virou completamente para o lado de alta, tornando o ativo mais atraente.
O foco agora está em um número: **100.000 dólares**. Este é tanto um ponto psicológico quanto uma resistência técnica. Várias análises indicam quase unanimidade — se o volume de compra e o interesse continuarem, a probabilidade de o Bitcoin ultrapassar esse marco na janeiro é bastante alta.
O desempenho do Ethereum também foi positivo, cotado por volta de 3361 dólares, com um aumento de 6,82% nas últimas 24 horas.
Resumindo, ontem à noite foi uma combinação de fatores positivos acelerando, uma quebra técnica que deu início ao movimento, e uma reversão no sentimento do mercado. Quem conseguir passar dessa próxima barreira dependerá da continuidade dessas forças nos próximos dias.
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A movimentação de ontem à noite (14 de janeiro) não foi apenas um movimento falso. O Bitcoin continuou a subir, atingindo um pico próximo de 97.500 dólares, fechando em torno de 97.013 dólares, com um aumento de 4,8% nas últimas 24 horas. É importante notar que isso ocorreu após já ter estabilizado acima de 96.000 dólares na sessão matinal.
Por que conseguiu subir assim? Vários fatores se combinaram e impulsionaram:
**Fundamentos macroeconômicos com algum suporte** — Os dados do CPI dos EUA mostram que a inflação estabilizou, e as preocupações com o aumento das taxas de juros diminuíram significativamente. Essa melhora no sentimento beneficiou diretamente todo o setor de ativos de risco, fazendo as criptomoedas subirem naturalmente.
**Instituições estão investindo de verdade** — Os dados de entrada de fundos em ETFs à vista e nas carteiras de exchanges estão evidentes. Essa entrada contínua de grandes quantidades de capital geralmente indica otimismo por parte das instituições.
**Houve uma quebra técnica importante** — O Bitcoin rompeu diretamente uma faixa de consolidação de mais de dois meses. Essa quebra com volume costuma desencadear uma sequência de compras de follow-up. A estrutura técnica do mercado virou completamente para o lado de alta, tornando o ativo mais atraente.
O foco agora está em um número: **100.000 dólares**. Este é tanto um ponto psicológico quanto uma resistência técnica. Várias análises indicam quase unanimidade — se o volume de compra e o interesse continuarem, a probabilidade de o Bitcoin ultrapassar esse marco na janeiro é bastante alta.
O desempenho do Ethereum também foi positivo, cotado por volta de 3361 dólares, com um aumento de 6,82% nas últimas 24 horas.
Resumindo, ontem à noite foi uma combinação de fatores positivos acelerando, uma quebra técnica que deu início ao movimento, e uma reversão no sentimento do mercado. Quem conseguir passar dessa próxima barreira dependerá da continuidade dessas forças nos próximos dias.