#稳定币生态发展 Os stablecoins este ano processaram um volume de pagamentos superior a 9 trilhões de dólares, um número que merece atenção. Mais importante ainda é a mudança no quadro narrativo — de uma disputa de preços por investidores individuais para a construção de infraestrutura financeira por instituições.
JPMorgan, na liquidação na Solana, o fundo BUIDL da BlackRock em operação, e o avanço da Goldman Sachs na tokenização, não são apenas estratégias de marketing, mas escolhas reais de CFOs e departamentos de risco. Eles focam em custos, eficiência e conformidade, e não no retorno do investimento.
A maturidade do ambiente regulatório é o gatilho chave — aprimoramento do quadro de custódia, regras contábeis claras, mudança de uma postura de resistência para participação regulatória. Isso significa que colocar stablecoins na blockchain deixou de ser uma aventura e passou a ser uma opção controlável. Os stablecoins deixaram de ser um subproduto do criptomercado para se tornarem uma questão de estabilidade financeira, e essa mudança na postura regulatória é, essencialmente, uma confirmação do impacto sistêmico deles.
Do ponto de vista da cadeia, essa participação de nível institucional trará um crescimento real no ecossistema de stablecoins — não uma volatilidade impulsionada por especulação, mas fluxo impulsionado por casos de uso. A eficiência de liquidação, de dias para minutos, representa uma entrega de valor real.
O que deve ser monitorado continuamente são as transferências de stablecoins de grandes volumes, atividades de ponte entre cadeias e os movimentos das instituições de custódia na cadeia. Os sinais de entrada de instituições estão escondidos nos dados on-chain.
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#稳定币生态发展 Os stablecoins este ano processaram um volume de pagamentos superior a 9 trilhões de dólares, um número que merece atenção. Mais importante ainda é a mudança no quadro narrativo — de uma disputa de preços por investidores individuais para a construção de infraestrutura financeira por instituições.
JPMorgan, na liquidação na Solana, o fundo BUIDL da BlackRock em operação, e o avanço da Goldman Sachs na tokenização, não são apenas estratégias de marketing, mas escolhas reais de CFOs e departamentos de risco. Eles focam em custos, eficiência e conformidade, e não no retorno do investimento.
A maturidade do ambiente regulatório é o gatilho chave — aprimoramento do quadro de custódia, regras contábeis claras, mudança de uma postura de resistência para participação regulatória. Isso significa que colocar stablecoins na blockchain deixou de ser uma aventura e passou a ser uma opção controlável. Os stablecoins deixaram de ser um subproduto do criptomercado para se tornarem uma questão de estabilidade financeira, e essa mudança na postura regulatória é, essencialmente, uma confirmação do impacto sistêmico deles.
Do ponto de vista da cadeia, essa participação de nível institucional trará um crescimento real no ecossistema de stablecoins — não uma volatilidade impulsionada por especulação, mas fluxo impulsionado por casos de uso. A eficiência de liquidação, de dias para minutos, representa uma entrega de valor real.
O que deve ser monitorado continuamente são as transferências de stablecoins de grandes volumes, atividades de ponte entre cadeias e os movimentos das instituições de custódia na cadeia. Os sinais de entrada de instituições estão escondidos nos dados on-chain.