#美国消费者物价指数发布在即 Mudança no equilíbrio de poder do Federal Reserve: o próximo presidente precisará de "argumentos irrefutáveis" para impor sua autoridade
As recentes declarações do vice-presidente do Federal Reserve, Kashkari, provocaram uma reflexão profunda no mercado — independentemente de quem assumir o comando do Fed, só poderá se impor pelo seu poder de persuasão, pois o peso de sua votação não é tão forte quanto se imagina.
Isso não é uma simples sugestão de carreira. Basta revisar os registros para entender: durante a campanha de aumento de juros sem precedentes em 2023, a votação do FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto) mostrou várias ocasiões de "votação unânime". Parecia uma unanimidade, mas as palavras de Kashkari revelaram o contrário — a autoridade do presidente está sendo corroída pelo "sistema de decisão coletiva". Na história, é extremamente raro o presidente do comitê votar contra (como na ocasião de Yellen em 2017), e quando isso acontece, é como um sinal de divisão interna. Kashkari agora, de certa forma, já traçou uma linha para seu sucessor: seu poder não vem do cargo em si, mas de sua capacidade de convencer.
Por trás disso está uma dura realidade. Dentro do Federal Reserve, a oposição entre dovish e hawkish é como um abismo; diante do "triângulo maldito" de inflação, emprego e crescimento, cada decisão afeta os nervos do mercado global de capitais. Kashkari ao destacar essa questão do "direito de voto" está na verdade alertando: no futuro, não haverá mais uma figura de autoridade que decida sozinho, e os confrontos acalorados se tornarão rotina.
O próximo presidente precisará se tornar um "top orador" e "criador de consenso" — usando dados e lógica para superar os outros 11 membros. Caso contrário, a autoridade da política será drasticamente reduzida. $ETH Tal volatilidade de ativos de risco pode aumentar ainda mais.
O mundo está preparado? Um Federal Reserve que depende de "argumentos sólidos" para impulsionar suas políticas significa que as decisões de taxa de juros podem se tornar mais difíceis de prever e mais propensas a reverter. Isso não apenas muda as regras do jogo nos EUA, mas também representa uma lâmina de dúvida pendurada sobre a economia mundial.
Qual é a sua opinião? Um presidente do Fed cujas decisões são "descentralizadas" será a âncora do mercado ou o gatilho para uma nova rodada de volatilidade? Quem tem habilidade de usar "uma única fala" para unificar as 12 vozes do Fed? Compartilhe sua visão nos comentários!
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
13 gostos
Recompensa
13
3
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
WhaleSurfer
· 01-15 01:11
As palavras de Kashkari soam bem, mas a realidade é que o presidente do Federal Reserve ainda precisa falar com base na lista de poderes, senão como vai manter a autoridade...
Ver originalResponder0
LayerZeroEnjoyer
· 01-15 00:59
Diz-se que o poder de voto do Federal Reserve realmente não vale assim tanto, a afirmação de Kashkari foi bastante contundente... Se o próximo presidente não for um orador de topo, provavelmente vai acabar em desvantagem.
Ver originalResponder0
DeFiGrayling
· 01-15 00:48
Resumindo, o Federal Reserve agora é uma decisão democrática, o presidente virou uma peça decorativa. Isso, na verdade, é uma coisa boa para nós, investidores individuais, pelo menos as políticas não serão destruídas por preconceitos de uma única pessoa.
#美国消费者物价指数发布在即 Mudança no equilíbrio de poder do Federal Reserve: o próximo presidente precisará de "argumentos irrefutáveis" para impor sua autoridade
As recentes declarações do vice-presidente do Federal Reserve, Kashkari, provocaram uma reflexão profunda no mercado — independentemente de quem assumir o comando do Fed, só poderá se impor pelo seu poder de persuasão, pois o peso de sua votação não é tão forte quanto se imagina.
Isso não é uma simples sugestão de carreira. Basta revisar os registros para entender: durante a campanha de aumento de juros sem precedentes em 2023, a votação do FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto) mostrou várias ocasiões de "votação unânime". Parecia uma unanimidade, mas as palavras de Kashkari revelaram o contrário — a autoridade do presidente está sendo corroída pelo "sistema de decisão coletiva". Na história, é extremamente raro o presidente do comitê votar contra (como na ocasião de Yellen em 2017), e quando isso acontece, é como um sinal de divisão interna. Kashkari agora, de certa forma, já traçou uma linha para seu sucessor: seu poder não vem do cargo em si, mas de sua capacidade de convencer.
Por trás disso está uma dura realidade. Dentro do Federal Reserve, a oposição entre dovish e hawkish é como um abismo; diante do "triângulo maldito" de inflação, emprego e crescimento, cada decisão afeta os nervos do mercado global de capitais. Kashkari ao destacar essa questão do "direito de voto" está na verdade alertando: no futuro, não haverá mais uma figura de autoridade que decida sozinho, e os confrontos acalorados se tornarão rotina.
O próximo presidente precisará se tornar um "top orador" e "criador de consenso" — usando dados e lógica para superar os outros 11 membros. Caso contrário, a autoridade da política será drasticamente reduzida. $ETH Tal volatilidade de ativos de risco pode aumentar ainda mais.
O mundo está preparado? Um Federal Reserve que depende de "argumentos sólidos" para impulsionar suas políticas significa que as decisões de taxa de juros podem se tornar mais difíceis de prever e mais propensas a reverter. Isso não apenas muda as regras do jogo nos EUA, mas também representa uma lâmina de dúvida pendurada sobre a economia mundial.
Qual é a sua opinião? Um presidente do Fed cujas decisões são "descentralizadas" será a âncora do mercado ou o gatilho para uma nova rodada de volatilidade? Quem tem habilidade de usar "uma única fala" para unificar as 12 vozes do Fed? Compartilhe sua visão nos comentários!