A carteira de investimento tradicional 60/40—60% ações, 40% obrigações—há muito tempo é o manual padrão para construir riqueza. Mas será que ainda é eficaz no cenário de mercado em evolução de hoje?
Essa é a questão que vale a pena analisar à medida que as condições de mercado mudam e as circunstâncias dos investidores se tornam cada vez mais diversificadas. A realidade é que não há uma resposta única para todos.
O seu design de carteira ideal depende fortemente de onde você está. Considere o seu horizonte de tempo: um investidor de 25 anos tem necessidades fundamentalmente diferentes de alguém a cinco anos da aposentadoria. Sua tolerância ao risco também importa—consegue suportar uma queda de 30% sem vender em pânico? Sua estabilidade de renda, ativos existentes e obrigações financeiras entram na equação.
Para alguns investidores, uma divisão 60/40 continua sendo sensata. Para outros, as contas apontam para outro lado. O aumento das taxas de juros tornou as obrigações mais atraentes do que eram durante a era de taxas zero, o que potencialmente muda o cálculo. Enquanto isso, as avaliações de ações em certos momentos exigem uma consideração cuidadosa dos pontos de entrada.
A abordagem mais inteligente? Ignore o dogma e avalie sua própria situação. Quais são seus objetivos reais—acumulação de riqueza, geração de renda ou preservação de capital? Quais cenários econômicos realmente ameaçariam seus planos? Assim que entender essas variáveis, você pode construir uma carteira alinhada com sua realidade, em vez de seguir as convenções de ontem.
A melhor carteira não é a mais famosa—é aquela projetada para suas circunstâncias específicas e a disciplina de mantê-la.
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A carteira de investimento tradicional 60/40—60% ações, 40% obrigações—há muito tempo é o manual padrão para construir riqueza. Mas será que ainda é eficaz no cenário de mercado em evolução de hoje?
Essa é a questão que vale a pena analisar à medida que as condições de mercado mudam e as circunstâncias dos investidores se tornam cada vez mais diversificadas. A realidade é que não há uma resposta única para todos.
O seu design de carteira ideal depende fortemente de onde você está. Considere o seu horizonte de tempo: um investidor de 25 anos tem necessidades fundamentalmente diferentes de alguém a cinco anos da aposentadoria. Sua tolerância ao risco também importa—consegue suportar uma queda de 30% sem vender em pânico? Sua estabilidade de renda, ativos existentes e obrigações financeiras entram na equação.
Para alguns investidores, uma divisão 60/40 continua sendo sensata. Para outros, as contas apontam para outro lado. O aumento das taxas de juros tornou as obrigações mais atraentes do que eram durante a era de taxas zero, o que potencialmente muda o cálculo. Enquanto isso, as avaliações de ações em certos momentos exigem uma consideração cuidadosa dos pontos de entrada.
A abordagem mais inteligente? Ignore o dogma e avalie sua própria situação. Quais são seus objetivos reais—acumulação de riqueza, geração de renda ou preservação de capital? Quais cenários econômicos realmente ameaçariam seus planos? Assim que entender essas variáveis, você pode construir uma carteira alinhada com sua realidade, em vez de seguir as convenções de ontem.
A melhor carteira não é a mais famosa—é aquela projetada para suas circunstâncias específicas e a disciplina de mantê-la.