Agora, um grande desafio que se apresenta à blockchain é a tokenização de ativos do mundo real. Em resumo, trata-se de transferir ativos tradicionais de trilhões de dólares para a cadeia. Mas, para que esse caminho seja realmente viável, é preciso superar uma barreira — conformidade e infraestrutura. Muitas blockchains tentam participar dessa corrida, mas, por falta de capacidades fundamentais, acabam se tornando apenas papel molhado. Em contrapartida, a Dusk, desde o início, vem se preparando para isso, e sua arquitetura técnica foi projetada exatamente com esse objetivo.
A tokenização parece simples, basta registrar informações de ativos na blockchain. Mas, na prática, é muito mais complexo. É preciso lidar com como os direitos legais são representados na cadeia, como a transferência de propriedade é feita de forma legal, como os lucros são distribuídos automaticamente — tudo isso não é tarefa fácil. O aspecto mais importante é um só: todo o processo deve estar em conformidade com leis de valores mobiliários, direitos de propriedade e outros marcos legais existentes, evitando armadilhas. Isso exige que a blockchain subjacente tenha três capacidades essenciais: primeiro, a capacidade de lidar nativamente com lógica financeira complexa; segundo, a capacidade de impor regras de conformidade; terceiro, a proteção da privacidade comercial dos participantes. A Dusk atua simultaneamente nessas três frentes.
Vamos pegar um exemplo prático: suponha que se queira tokenizar um fundo de private equity na blockchain. Dentro do framework da Dusk, o processo seria assim: primeiro, um módulo de autenticação de identidade integrado realiza KYC na cadeia para todos os investidores, garantindo que apenas investidores qualificados participem, assegurando conformidade legal. Segundo, o token em si não é um token comum e homogêneo; ele funciona como um valor mobiliário inteligente, codificando internamente os termos do acordo de acionistas. Por exemplo, restrições como período de bloqueio na transferência de ações ou direito de preferência na compra, que o sistema consegue impor automaticamente, impedindo que investidores tentem burlar as regras. Terceiro, quando o fundo distribui lucros, o conjunto de cálculos de privacidade entra em ação. Quanto cada investidor recebe exatamente, os demais participantes não veem, e as informações financeiras pessoais são protegidas de forma adequada.
Essa abordagem é como criar um ciclo completo de lógica financeira na cadeia. Não basta simplesmente registrar os dados na blockchain; é preciso fazer com que ela se torne uma infraestrutura financeira que seja legalmente compatível, eficiente e que proteja a privacidade. Essa é a verdadeira direção que a tokenização de RWA deve seguir.
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Agora, um grande desafio que se apresenta à blockchain é a tokenização de ativos do mundo real. Em resumo, trata-se de transferir ativos tradicionais de trilhões de dólares para a cadeia. Mas, para que esse caminho seja realmente viável, é preciso superar uma barreira — conformidade e infraestrutura. Muitas blockchains tentam participar dessa corrida, mas, por falta de capacidades fundamentais, acabam se tornando apenas papel molhado. Em contrapartida, a Dusk, desde o início, vem se preparando para isso, e sua arquitetura técnica foi projetada exatamente com esse objetivo.
A tokenização parece simples, basta registrar informações de ativos na blockchain. Mas, na prática, é muito mais complexo. É preciso lidar com como os direitos legais são representados na cadeia, como a transferência de propriedade é feita de forma legal, como os lucros são distribuídos automaticamente — tudo isso não é tarefa fácil. O aspecto mais importante é um só: todo o processo deve estar em conformidade com leis de valores mobiliários, direitos de propriedade e outros marcos legais existentes, evitando armadilhas. Isso exige que a blockchain subjacente tenha três capacidades essenciais: primeiro, a capacidade de lidar nativamente com lógica financeira complexa; segundo, a capacidade de impor regras de conformidade; terceiro, a proteção da privacidade comercial dos participantes. A Dusk atua simultaneamente nessas três frentes.
Vamos pegar um exemplo prático: suponha que se queira tokenizar um fundo de private equity na blockchain. Dentro do framework da Dusk, o processo seria assim: primeiro, um módulo de autenticação de identidade integrado realiza KYC na cadeia para todos os investidores, garantindo que apenas investidores qualificados participem, assegurando conformidade legal. Segundo, o token em si não é um token comum e homogêneo; ele funciona como um valor mobiliário inteligente, codificando internamente os termos do acordo de acionistas. Por exemplo, restrições como período de bloqueio na transferência de ações ou direito de preferência na compra, que o sistema consegue impor automaticamente, impedindo que investidores tentem burlar as regras. Terceiro, quando o fundo distribui lucros, o conjunto de cálculos de privacidade entra em ação. Quanto cada investidor recebe exatamente, os demais participantes não veem, e as informações financeiras pessoais são protegidas de forma adequada.
Essa abordagem é como criar um ciclo completo de lógica financeira na cadeia. Não basta simplesmente registrar os dados na blockchain; é preciso fazer com que ela se torne uma infraestrutura financeira que seja legalmente compatível, eficiente e que proteja a privacidade. Essa é a verdadeira direção que a tokenização de RWA deve seguir.