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Recentemente, uma notícia bombástica espalhou-se pelo setor financeiro — os Estados Unidos planeiam uma grande revolução fiscal.
A ideia central pode resumir-se numa frase: no futuro, deixem de pagar imposto sobre o rendimento individual, o governo passa a viver das receitas de tarifas alfandegárias. Parece loucura, certo? Mas a proposta foi mesmo apresentada e está a ser reiteradamente enfatizada. O raciocínio é este: aumentar drasticamente as tarifas sobre as importações e usar essa receita para substituir os 2 biliões de dólares que vêm atualmente do IRS federal. O salário dos cidadãos passaria a ser recebido na totalidade — soa, de facto, tentador.
Mas surge a questão: será mesmo viável?
Os apoiantes acreditam que esta medida pode impulsionar a indústria nacional e aumentar diretamente o rendimento das famílias. Mas se fizermos as contas, percebemos que não é assim tão simples: segundo os dados de 2023, para tapar esse buraco, as tarifas alfandegárias teriam de disparar para quase 70%. O que é que isto significa? Os preços dos produtos importados duplicariam, as empresas cuja cadeia de abastecimento depende do exterior seriam arrasadas e uma escalada nas guerras comerciais seria inevitável.
Mais importante ainda, os tempos mudaram. Há mais de cem anos, as tarifas conseguiam de facto alimentar o governo — nessa altura, a despesa federal era apenas 2% do PIB. E agora? 22,7%. A dimensão não tem comparação, e tentar resolver novos problemas com soluções antigas não convence a maioria dos especialistas.
Seja como for, esta proposta já está a agitar os mercados. Os investidores começaram a reavaliar o risco político, os economistas debatem a sua viabilidade e as pessoas comuns pensam no impacto direto nas suas carteiras.
Para quem acompanha a macroeconomia nos mercados, uma mudança política deste calibre significa o quê? Fluxos de capitais a mudarem, preços das matérias-primas a oscilar, possível aumento do sentimento de aversão ao risco... Mesmo que a medida não avance, só a expectativa já chega para que o mercado se reavalie. Agora resta esperar para ver como evolui o debate — uma coisa é certa, tão cedo esta discussão não vai arrefecer.