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O Bitcoin desabou de 125.000 dólares para 92.000 dólares, mergulhando o mercado num clima de luto. Mas Ophelia Snyder, cofundadora da 21Shares, lançou recentemente uma perspetiva que desafia tudo o que se pensava — a raiz desta queda abrupta não está, de todo, nas próprias criptomoedas.
A sua mensagem é clara: desta vez, o Bitcoin não sofre de um “mal interno”, mas sim de ter sido arrastado pela onda global de aversão ao risco. Aquela liquidação de 19 mil milhões de dólares em outubro? Foi apenas a ponta do icebergue. Mais preocupante ainda, afirmou que a habitual “abertura em alta” dos mercados em janeiro, que ocorre todos os anos, pode não se concretizar em 2025.
É verdade que as instituições têm o hábito de reajustar carteiras no início do ano, e as entradas de capital em ETFs são uma prática comum. Mas, com o sentimento atual dos mercados globais, será que o grande capital se atreve a agir impulsivamente? Boas notícias num bull market podem acender um foguete; num bear market, essas mesmas notícias servem frequentemente como janela de saída — esta lógica pode soar cruel, mas é a realidade.
E os pequenos investidores? Quando cai, insultam; quando sobe, correm atrás, presos no ciclo de “comprar no topo — vender em pânico”. E o dinheiro inteligente, o que faz? As posições em ETFs aumentam de forma estável, governos de vários países mostram-se mais flexíveis, e há até quem veja o Bitcoin como o “ouro digital 2.0”… Estes sinais de longo prazo, porém, são geralmente abafados pela volatilidade de curto prazo.
Dito de forma pouco simpática: não fiques vidrado nas velas do gráfico. Cada correção profunda é um momento de redistribuição de riqueza — uns apanham fichas no fundo, outros cortam perdas a meio da subida. O mercado segue sempre o mesmo guião: semeia-se a esperança no desespero, cresce-se na dúvida, colhe-se na euforia.
O que é preciso agora é a paciência do predador, não o pânico de uma presa assustada. Quando o relâmpago cair, tens de estar presente.