Recentemente, tenho estado a brincar com o conjunto de imagens de endereços, etiquetas, clustering, e a acrescentar um gráfico de fluxo de fundos, parece bastante científico, mas quanto mais olho, mais me sinto inseguro: a mesma pessoa tem mais de uma dúzia de carteiras, robôs misturados com pessoas, as carteiras de hot wallet das exchanges ainda gostam de “visitar” umas às outras, e os “baleias” que acabam por surgir podem ser apenas plataformas a fazer arbitragem… Em suma, só podem servir como pistas, não como provas.



A minha abordagem atual é um pouco rudimentar: primeiro verificar se as entradas e saídas de fundos principais são contínuas, depois acrescentar uma coluna de “credibilidade” na tabela, e, ao encontrar casos em que uma ou duas transações levam a uma conclusão precipitada, diminuir a prioridade. Aproveito também para pensar que, recentemente, todos falam sobre expectativas de redução de juros, o índice do dólar a subir e descer junto com ativos de risco, e quando esse sentimento macroeconómico aparece, esses rótulos na cadeia são mais facilmente interpretados como “dinheiro inteligente a fazer movimentos antecipados”, mas na verdade pode ser apenas um movimento de nervos coletivo. De qualquer forma, é melhor manter a calma e não se deixar assustar pelos gráficos.
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