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O mecanismo de licitação de anúncios de pesquisa é suspeito de manipulação de preços, o Google enfrenta novamente pressão antitruste da União Europeia
IT之家 13 de fevereiro — Como um “frequente” alvo de multas elevadíssimas na União Europeia, o Google voltou a ser objeto de investigação antitruste por parte da UE, devido à preocupação de que possa estar a manipular o mecanismo de leilão de anúncios nos motores de busca para “elevar artificialmente” o preço final de venda.
Na segunda-feira, horário local, a Comissão Europeia enviou uma carta aos anunciantes, na qual manifesta interesse particular no processo de leilão de anúncios do Google Search, especialmente se o Google estiver a “elevar de forma artificial os preços de liquidação”, prejudicando os interesses dos anunciantes.
Embora esta atenção regulatória ainda não tenha sido oficialmente classificada pela Comissão Europeia como uma “investigação formal”, na carta a UE indica que, se houver provas que sustentem tais práticas, estas poderão violar as regras de concorrência e podem levar a uma multa máxima equivalente a 10% do volume de negócios global da empresa.
Uma cópia do documento obtida pela Bloomberg mostra que a carta foi datada de 9 de fevereiro, e que os destinatários foram solicitados a apresentar feedback à UE até 2 de março.
A Comissão Europeia também enviou uma consulta ao mercado, questionando sobre a posição dominante do Google em vários mercados de publicidade online. Fontes próximas ao assunto afirmam que o trabalho ainda está numa fase inicial, mas que futuramente a investigação poderá ser oficialmente anunciada pela Comissária de Concorrência, Teresa Ribera.
Em resposta às acusações, o Google afirmou que os anúncios do Google Search ajudam pequenas empresas a competir com grandes corporações e que “mantêm a internet gratuita para todos”.
A empresa destacou que os preços dos seus anúncios são determinados por leilões em tempo real, nos quais o sistema leva em conta fatores como a concorrência entre anunciantes e a qualidade dos anúncios, para exibir anúncios mais relevantes. A Comissão Europeia, por sua vez, recusou-se a comentar casos específicos, limitando-se a afirmar que continuará a monitorar possíveis práticas anticoncorrenciais e abusivas em diversos setores, e que está preparada para iniciar investigações assim que houver provas concretas.
Vale mencionar que o Departamento de Justiça dos EUA também já apresentou acusações semelhantes de manipulação de leilões, alegando que o Google estaria a usar fórmulas para manipular leilões online e aumentar os seus lucros. A Bloomberg acrescenta que o DOJ tentou anteriormente avançar com ações contra o navegador Chrome, mas essa iniciativa foi temporariamente suspensa por um juiz de Washington.
Num contexto regulatório mais amplo, a UE tem vindo a realizar várias investigações ao Google sob o quadro do Digital Markets Act (DMA), incluindo a exigência de que a empresa remova restrições técnicas ao uso de assistentes de pesquisa de IA de concorrentes no Android, e que forneça dados essenciais a outros motores de busca. Além disso, o Google enfrenta potenciais sanções relacionadas ao DMA, devido a práticas que favorecem os seus próprios serviços nos resultados de pesquisa e a restrições impostas aos desenvolvedores de aplicações para direcionar os utilizadores para ofertas fora da Play Store. A empresa também está sob investigação por suspeitas de manipular de forma injusta a classificação de resultados de notícias, reduzindo a visibilidade de certos conteúdos.