Tesla é acusada de discriminar cidadãos americanos na contratação, juiz dos EUA decide que o processo continua

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IT之家25 de fevereiro, de acordo com a Reuters, um juiz dos Estados Unidos recusou-se a rejeitar uma ação que acusa a Tesla de discriminar cidadãos americanos na contratação, a fim de pagar salários mais baixos a trabalhadores estrangeiros, mas afirmou que tinha dúvidas sobre a possibilidade de sucesso do engenheiro de software que apresentou a queixa.

Na noite de segunda-feira, o juiz do distrito federal de São Francisco, Vince Chhabria, em uma decisão breve, afirmou que Scott Taub, que entrou com a ação coletiva em setembro do ano passado, forneceu “suficientes fundamentos factuais” sobre as práticas de recrutamento da Tesla, permitindo que o caso prosseguisse.

Taub afirmou que a fabricante de veículos elétricos, liderada pelo bilionário Elon Musk, excluiu-o do processo de contratação de engenheiros como parte de uma “preferência sistemática” por contratar trabalhadores com vistos estrangeiros, o que viola a lei federal de direitos civis. Ele também alegou que as demissões da Tesla foram desproporcionalmente direcionadas a cidadãos americanos.

O juiz Chhabria decidiu que a Tesla deve responder às acusações de Taub. Taub afirmou que um recrutador de uma empresa de recursos humanos lhe disse que a vaga de engenheiro para a qual se candidatou era “restrita a portadores de visto H-1B”. O visto H-1B é concedido a trabalhadores estrangeiros altamente qualificados, sendo altamente dependente do setor de tecnologia dos EUA.

O juiz rejeitou as alegações de outra queixosa, a especialista em recursos humanos Sofia Brander, de que a Tesla preferia contratar estrangeiros para cargos de recursos humanos, considerando essa alegação irracional. Ele deu a Brander duas semanas para apresentar uma petição suplementar para fortalecer suas alegações.

A Tesla negou as acusações nos documentos judiciais, afirmando que elas são “absurdas”.

O presidente Donald Trump já impôs uma taxa de US$ 100 mil (nota do IT之家: aproximadamente 692 mil yuans) sobre novas solicitações de visto H-1B, uma medida sem precedentes que, segundo ele, visa impedir que empresas abusem do programa e substituam trabalhadores americanos. Atualmente, essa política de cobrança já enfrenta pelo menos três ações judiciais.

Documentos judiciais mostram que a Tesla depende fortemente de portadores de visto H-1B. Por exemplo, em 2024, a empresa empregou cerca de 1.355 titulares de visto, enquanto demitiu mais de 6.000 funcionários no país, a maioria considerada cidadãos americanos.

Na segunda-feira, o juiz Chhabria observou que, além das declarações dos recrutadores, há poucas evidências de discriminação por parte de Taub. Por exemplo, os dados de 2024 indicam que a Tesla empregou um grande número de portadores de visto H-1B naquele ano, mas não há provas de que a empresa priorizou esses trabalhadores em relação aos cidadãos americanos.

Chhabria concluiu: “Todas essas circunstâncias levam o tribunal a manter uma certa dúvida sobre as alegações de Taub.”

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