#稳定币生态发展 Vendo o mercado de ontem, continua a mesma velha história — o mercado está sempre a repetir a sua narrativa.
Esta queda acentuada nos metais preciosos fez-me lembrar a correção de 2011, quando a queda nominal atingiu níveis históricos, parecendo inicialmente uma questão de liquidez escassa ou de fundos de cobertura à espera, mas na essência é um pêndulo emocional. Na sexta-feira passada, os rumores de short squeeze atingiram o auge, e nesta segunda-feira houve uma realização de lucros, uma rotina constante do mercado. O ouro caiu 4%, a prata mais de 7 dólares, os números parecem assustadores, mas no ciclo, é uma correção normal dentro da volatilidade.
Por outro lado, as mudanças no ecossistema das stablecoins merecem mais atenção. A previsão do setor financeiro do Reino Unido para 2026 é clara — as stablecoins estão a ser requalificadas de "ativos criptográficos" para "instrumentos de pagamento". O que significa essa mudança? Significa que a abordagem regulatória está a evoluir, passando de uma gestão de riscos para uma governança do caráter de pagamento. Os planos do Standard Chartered e do Ant para depósitos tokenizados no Hong Kong e em Nova Iorque exemplificam essa tendência, com liquidações 24/7, quebrando o ciclo tradicional de liquidação — algo impensável há cinco anos.
E a atualização do sistema de reservas do Renminbi digital é ainda mais interessante — a partir de janeiro de 2026, a reserva mínima passará de 100% para uma reserva parcial, indicando que o Banco Central começou a introduzir mecanismos de criação de moeda dentro do quadro das stablecoins. Não é uma mudança pequena, é um avanço de design sistêmico. Comparando com o risco de modelos de stablecoins sem garantia, nossa arquitetura de operação dupla com reservas é uma solução diferente para o mesmo problema: como equilibrar inovação e estabilidade.
A proposta de recuperação do isolamento do Flow também reflete essa lógica — não um rollback total, mas uma correção precisa, protegendo a maioria dos usuários. Essa abordagem de "cirurgia" na crise, em comparação com soluções mais brutais do passado, já evoluiu bastante.
No final, desde a volatilidade dos metais preciosos até a atualização dos sistemas de stablecoins e o gerenciamento de eventos na cadeia, podemos ver que o ecossistema está a amadurecer. Não quer dizer que o risco desapareceu, mas a forma de lidar com ele está a tornar-se mais científica e planejada. Essa é a verdadeira evolução.
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#稳定币生态发展 Vendo o mercado de ontem, continua a mesma velha história — o mercado está sempre a repetir a sua narrativa.
Esta queda acentuada nos metais preciosos fez-me lembrar a correção de 2011, quando a queda nominal atingiu níveis históricos, parecendo inicialmente uma questão de liquidez escassa ou de fundos de cobertura à espera, mas na essência é um pêndulo emocional. Na sexta-feira passada, os rumores de short squeeze atingiram o auge, e nesta segunda-feira houve uma realização de lucros, uma rotina constante do mercado. O ouro caiu 4%, a prata mais de 7 dólares, os números parecem assustadores, mas no ciclo, é uma correção normal dentro da volatilidade.
Por outro lado, as mudanças no ecossistema das stablecoins merecem mais atenção. A previsão do setor financeiro do Reino Unido para 2026 é clara — as stablecoins estão a ser requalificadas de "ativos criptográficos" para "instrumentos de pagamento". O que significa essa mudança? Significa que a abordagem regulatória está a evoluir, passando de uma gestão de riscos para uma governança do caráter de pagamento. Os planos do Standard Chartered e do Ant para depósitos tokenizados no Hong Kong e em Nova Iorque exemplificam essa tendência, com liquidações 24/7, quebrando o ciclo tradicional de liquidação — algo impensável há cinco anos.
E a atualização do sistema de reservas do Renminbi digital é ainda mais interessante — a partir de janeiro de 2026, a reserva mínima passará de 100% para uma reserva parcial, indicando que o Banco Central começou a introduzir mecanismos de criação de moeda dentro do quadro das stablecoins. Não é uma mudança pequena, é um avanço de design sistêmico. Comparando com o risco de modelos de stablecoins sem garantia, nossa arquitetura de operação dupla com reservas é uma solução diferente para o mesmo problema: como equilibrar inovação e estabilidade.
A proposta de recuperação do isolamento do Flow também reflete essa lógica — não um rollback total, mas uma correção precisa, protegendo a maioria dos usuários. Essa abordagem de "cirurgia" na crise, em comparação com soluções mais brutais do passado, já evoluiu bastante.
No final, desde a volatilidade dos metais preciosos até a atualização dos sistemas de stablecoins e o gerenciamento de eventos na cadeia, podemos ver que o ecossistema está a amadurecer. Não quer dizer que o risco desapareceu, mas a forma de lidar com ele está a tornar-se mais científica e planejada. Essa é a verdadeira evolução.