Um valor de mercado de uma empresa pode superar a soma do PIB global? Essa questão já existia apenas na ficção científica. Mas, com a declaração pública de um grande empresário, esse "impossível" está se tornando uma discussão possível.
De acordo com as informações mais recentes, a avaliação final de uma empresa de exploração espacial comercial foi fixada em 100 trilhões de dólares. A avaliação atual já atingiu 800 bilhões de dólares, e o plano de IPO para 2026 também está em andamento. Uma vez listada, a equipe de gestão, com bilhões em capital e fluxo de caixa, não está mais focada apenas no lucro comercial, mas na construção de infraestrutura de nível civilizacional.
Qual é o ponto de apoio desses 100 trilhões? A resposta é clara: industrialização do espaço.
Já foi confirmado oficialmente que, por volta de 2030, será estabeleada uma estação avançada permanente na Lua. Mas um plano mais agressivo vem do setor comercial — transformar a Lua em um planeta industrial totalmente automatizado.
Imagine esse processo de produção: milhares de robôs industriais controlados por inteligência artificial operando na superfície lunar, instalando painéis solares e construindo fábricas totalmente automatizadas. Linhas de produção movidas a IA fabricam satélites, equipamentos de comunicação e nós de computação em grande escala em um ambiente de vácuo. O mais importante é que toda a cadeia da indústria de satélites — produção, montagem, lançamento — será concluída na Lua. Os produtos finais serão disparados diretamente para órbitas de espaço profundo por meio de aceleradores eletromagnéticos, como balas.
O que isso significa? Os custos de lançamento serão levados ao limite físico, e a economia da indústria de satélites será completamente reescrita. A Terra é limitada pela gravidade, a energia é cara, e o custo de foguetes é alto, enquanto a Lua possui baixa gravidade, recursos minerais abundantes e um ambiente de vácuo — um local natural para fabricação industrial.
A cortina da economia espacial acaba de se abrir.
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Um valor de mercado de uma empresa pode superar a soma do PIB global? Essa questão já existia apenas na ficção científica. Mas, com a declaração pública de um grande empresário, esse "impossível" está se tornando uma discussão possível.
De acordo com as informações mais recentes, a avaliação final de uma empresa de exploração espacial comercial foi fixada em 100 trilhões de dólares. A avaliação atual já atingiu 800 bilhões de dólares, e o plano de IPO para 2026 também está em andamento. Uma vez listada, a equipe de gestão, com bilhões em capital e fluxo de caixa, não está mais focada apenas no lucro comercial, mas na construção de infraestrutura de nível civilizacional.
Qual é o ponto de apoio desses 100 trilhões? A resposta é clara: industrialização do espaço.
Já foi confirmado oficialmente que, por volta de 2030, será estabeleada uma estação avançada permanente na Lua. Mas um plano mais agressivo vem do setor comercial — transformar a Lua em um planeta industrial totalmente automatizado.
Imagine esse processo de produção: milhares de robôs industriais controlados por inteligência artificial operando na superfície lunar, instalando painéis solares e construindo fábricas totalmente automatizadas. Linhas de produção movidas a IA fabricam satélites, equipamentos de comunicação e nós de computação em grande escala em um ambiente de vácuo. O mais importante é que toda a cadeia da indústria de satélites — produção, montagem, lançamento — será concluída na Lua. Os produtos finais serão disparados diretamente para órbitas de espaço profundo por meio de aceleradores eletromagnéticos, como balas.
O que isso significa? Os custos de lançamento serão levados ao limite físico, e a economia da indústria de satélites será completamente reescrita. A Terra é limitada pela gravidade, a energia é cara, e o custo de foguetes é alto, enquanto a Lua possui baixa gravidade, recursos minerais abundantes e um ambiente de vácuo — um local natural para fabricação industrial.
A cortina da economia espacial acaba de se abrir.