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Recentemente, analisei um conjunto de dados globais de energia e descobri algumas mudanças interessantes na configuração da produção de gás natural em 2023, especialmente na classificação por país de produção de gás natural.
A produção global de gás natural aumentou ligeiramente para 4,05 trilhões de metros cúbicos em 2023, mas a taxa de crescimento foi bastante moderada. Os Estados Unidos aumentaram 4,2%, mantendo-se firmemente na primeira posição mundial, com uma produção de 1,35 triliões de metros cúbicos, representando quase um quarto da produção global. Por trás desse número, está o aumento de mais de 350 bilhões de metros cúbicos na última década, impulsionado pela revolução do gás de xisto (tecnologia de fraturamento hidráulico). Ainda mais interessante é que os EUA não são apenas o maior produtor, mas também se tornaram o maior exportador de gás natural liquefeito do mundo, com exportações atingindo 434 milhões de metros cúbicos em 2023.
Por outro lado, a Rússia teve uma queda de 5,2% na produção em 2023, chegando a 58,64 bilhões de metros cúbicos. À primeira vista, a Rússia ainda é o segundo maior produtor e exportador mundial, mas na prática, a Europa está se afastando gradualmente da dependência do gás russo — em 2023, a participação do gás russo no fornecimento à UE foi de apenas 14%, contra 45% em 2021, uma queda significativa. A Rússia voltou seus olhos para o Oriente, com a China e a Índia se tornando novos principais compradores. Isso reflete uma profunda reconfiguração na estrutura do comércio energético global.
Do lado da demanda, o crescimento global de gás natural em 2023 foi de apenas 0,5%, mas os pontos de crescimento foram concentrados — aumento na China, América do Norte, África e Oriente Médio, enquanto a Europa caiu 6,9%, atingindo o nível mais baixo desde 1994. Como maior importador de gás natural liquefeito do mundo, a China viu sua demanda crescer 7,2%, refletindo a recuperação econômica pós-pandemia. A queda na demanda europeia deve-se ao rápido desenvolvimento de energias renováveis e energia nuclear, que pressionaram diretamente a demanda por gás natural.
Ao analisar o ranking dos dez principais países em produção de gás natural, além de Estados Unidos e Rússia, o Irã ocupa a terceira posição (251,7 bilhões de metros cúbicos), a China fica em quarto (234,3 bilhões de metros cúbicos), o Canadá em quinto (190,3 bilhões de metros cúbicos) e o Catar em sexto (181 bilhões de metros cúbicos). Essa classificação reflete, na verdade, as estratégias energéticas de diferentes países — alguns estão expandindo a produção (China e Irã têm planos de expansão), outros ajustando suas direções de exportação (Rússia voltando-se para o leste), e alguns acelerando a construção de infraestrutura de gás liquefeito (Catar e Austrália).
Vale destacar que as exportações de LNG dos EUA atingiram 442 milhões de metros cúbicos nos primeiros sete meses do ano, um aumento de 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse número indica uma demanda internacional contínua e forte, e os EUA, com sua vantagem tecnológica e localização geográfica, mantêm o controle sobre os preços globais de energia. Espera-se que, até 2050, os EUA continuem a ser um importante exportador líquido de petróleo e gás natural.
Outro tendência é que os países estão reavaliando a segurança energética. O Catar planeja aumentar a capacidade do campo de gás do norte para 142 milhões de toneladas por ano até 2030, a Austrália, apesar de enfrentar desafios de esgotamento de alguns campos, lançou a “Estratégia de Gás Natural Futuro da Austrália” para garantir a segurança energética, e a Noruega, após a saída do gás russo, tornou-se um importante fornecedor para a Europa, respondendo por 30,3% do fornecimento à UE em 2023.
De modo geral, a configuração da produção global de gás natural por país está sendo reformulada, refletindo não apenas fatores geopolíticos, mas também as estratégias de transição energética de cada nação. A curto prazo, o gás natural continuará sendo uma energia de transição fundamental, mas a longo prazo, quem conseguir garantir a cadeia de suprimentos nesta década terá maior poder de fala no mercado energético.