Recentemente tenho estado a analisar essas ferramentas de “perfil de endereços”, onde as baleias/inteligência financeira/ carteiras quentes de exchanges parecem iguais às reais… Em suma, agora só as uso como um termómetro, não como um guia. As etiquetas são demasiado fáceis de serem manipuladas: a mesma pessoa com várias endereços, uma equipa com múltiplas assinaturas que parece uma “fuga de fundos”, ou até market makers que, com movimentos de ida e volta, são mal interpretados como entradas e saídas. A clusterização é ainda mais misteriosa, o algoritmo agrupa um monte de endereços, parece científico, mas a probabilidade de erros é alta.



A minha abordagem é bastante conservadora: primeiro olho para a direção geral do fluxo de fundos, confirmo que não estou a imaginar coisas, e depois volto à gestão de posições, preferindo ganhar menos do que arriscar alavancagem só porque um “dinheiro inteligente comprou”. Quanto às recentes estratégias de mineração social, tokens de fãs e essa ideia de “atenção como mineração”, parece que o sistema de etiquetas também está a ser usado para amplificar emoções… A atenção, claro, vale dinheiro, mas usá-la como fonte de sinal, já me ensinaram, primeiro confio na gestão de risco.
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