Apesar da interrupção no Oriente Médio, a China ainda está “em uma posição única”⛽️🇨🇳


O bloqueio do Estreito de Hormuz causou uma interrupção na oferta global de petróleo superior a 10 milhões de barris por dia, e o petróleo Brent chegou a subir para 120 dólares por barril. E nos últimos dois meses, os estoques de petróleo bruto da China diminuíram em menos de 1 milhão de barris.
Os estoques totais de petróleo bruto da China ainda permanecem em cerca de 1,8 bilhão de barris (incluindo reservas estratégicas), sendo o maior estoque de reserva de petróleo do mundo. Desde março de 2025, os estoques aumentaram em mais 400 milhões de barris (+29%).
Por trás disso, há uma tripla garantia:
① A entrada acelerada de petróleo iraniano e russo a preços baixos. A importação da China do Irã deve atingir cerca de 1,9 milhão de barris/dia neste mês; o petróleo russo com desconto caiu para 58–62 dólares por barril, mantendo-se como “lastro”.
② Políticas antecipadas de “trancar a válvula”. Em março, a exportação de diesel e gasolina foi urgentemente interrompida, priorizando o abastecimento interno.
③ Fontes e canais altamente diversificados — oleodutos Rússia-Cazaquistão, China-Kirguistão e China-Myanmar operando simultaneamente, com os cinco principais países fornecedores representando menos de 20% cada.
Enquanto outros buscam soluções temporárias, a China está validando um sistema que já estava preparado há tempos.
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