Antes, todo mundo falava de L2 de forma muito acadêmica, com termos assustadores como disponibilidade de dados, ordenação, finalidade; agora eu simplifico: para quem você está trabalhando, de onde vem o dinheiro. Onde os dados estão decide a quem você paga o “aluguel”; quem faz a ordenação decide quem pode comer primeiro (e ainda usar você como petisco); a rapidez da finalização decide se você tem coragem de colocar o valor real lá dentro.



Recentemente, aqueles novos L1/L2 estão incentivando a aumentar o TVL, na verdade é só usar subsídios para enganar as pessoas a se alinharem, os usuários antigos reclamam de “minerar, vender” também é normal: o fluxo de caixa não está consolidado, a governança, por mais animada que seja, é só um brinquedo de votação. Não se deixe confundir pelos termos, a linha principal é uma só — no final, há uma cobrança estável, é possível voltar ao protocolo, e não ficar eternamente dependendo da emissão de tokens para sobreviver.
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