Recentemente, as carteiras estão ficando cada vez mais numerosas, e as blockchains também estão se dispersando mais e mais, a fragmentação de ativos no final não é "não ter lucrado", mas "esqueci onde coloquei".


Agora, eu insisto em três coisas: a carteira principal só faz posições de longo prazo + interações de grande valor;
a carteira secundária é dedicada a testar novos protocolos, se perder, serve como taxa de aprendizado;
e outra só para recebimentos/airdrops, sem misturar com autorizações.
Dedico 10 minutos fixos por semana para verificar o saldo de cada cadeia, e de passagem, cortar autorizações que não uso, senão um dia um contrato antigo faz alguma besteira e nem percebo.
Quanto àquela estratégia de staking de "segurança compartilhada + ganhos acumulados", na verdade, precisa de um livro de registros bem claro: os ganhos se acumulam, os riscos também se acumulam, se a carteira não for hierárquica, você mesmo pode acabar preso em uma teia de aranha e ficar confuso.
Por enquanto, assim, menos bagunça, mas sem ficar desorganizado.
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