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#霍尔木兹海峡正式收费 Estreito de Hormuz vai cobrar “taxa de passagem”! E reforçam que o pagamento deve ser feito na moeda iraniana!
Ontem, 30 de março de 2026, o Irão fez algo que deixou o mundo inteiro inquieto. O seu Conselho de Segurança Nacional aprovou uma lei que oficialmente vai cobrar uma taxa de passagem às embarcações que atravessam o Estreito de Hormuz. Mas isso não é tudo, o mais duro é que eles exigem: todas as taxas devem ser pagas na moeda iraniana — o rial. Os navios dos Estados Unidos e de Israel, assim como os de países que seguem as sanções contra o Irão, estão proibidos de passar.
Assim que a notícia foi divulgada, os preços do petróleo no mundo subiram imediatamente. Os contratos futuros de Brent aumentaram 2,3%, mantendo-se acima de 107 dólares por barril. O mercado entrou em pânico, pois todos sabem que o Estreito de Hormuz não é uma via marítima comum, é a “garganta” da energia global. Diariamente, cerca de 20% do petróleo e 30% do gás natural liquefeito do mundo passam por aqui. O petróleo do Golfo Pérsico só tem uma saída, que é por aqui. Agora, o Irão quer montar uma “estação de cobrança” neste ponto, o que equivale a apertar o pescoço da economia global.
Por que o Irão faz isso? A resposta é simples: se eu não me dou bem, vocês também não vão.
O Irão foi sancionado pelos Estados Unidos há anos, e a vida não tem sido fácil. Não consegue vender petróleo, suas reservas de divisas estão quase no fim, e a sua moeda, o rial, está desvalorizada ao máximo. A economia interna está um caos, e a população enfrenta dificuldades. Agora, com os Estados Unidos e Israel lançando ataques militares contra o Irão, a guerra já dura mais de um mês. As infraestruturas do país foram bombardeadas, causando perdas severas. Eles precisam urgentemente de dinheiro para cobrir os custos da guerra e compensar os prejuízos.
Diariamente, cerca de 120 navios passam pelo Estreito de Hormuz, o que soma dezenas de milhares de embarcações por ano. Se cada navio pagar uma taxa de dezenas de milhares ou até milhões de dólares, para o Irão, isso representa uma receita astronômica. Esse dinheiro pode preencher o buraco deixado pelas sanções, pagar os prejuízos da guerra, e até se tornar o “dinheiro de salvação” do regime iraniano.
Mas o plano do Irão é ainda mais ambicioso. Eles querem que a cobrança seja feita em rial, o que revela uma ambição maior. O rial não é aceito internacionalmente, sua cotação é altamente volátil, e nenhum país mantém reservas significativas dessa moeda. Agora, o Irão obriga as companhias de navegação globais a manterem rial para pagar as taxas, transferindo a crise da sua moeda para o resto do mundo. As empresas de navegação precisam trocar essa moeda instável, assumindo riscos cambiais enormes. É como se o Irão dissesse ao mundo: “Minha moeda está à beira do colapso, vocês precisam me ajudar a sustentá-la”.
O Irão diz: “Turquia e Egito cobram taxas, por que eu não posso?”
Ao explicar a lei, os representantes iranianos citaram dois exemplos: a Turquia cobra taxas pelo Estreito de Bósforo, e o Egito cobra pelo Canal de Suez. Eles afirmam que isso é prática internacional, e que o Irão, nos últimos anos, sempre manteve o tráfego marítimo livre de taxas, por razões de segurança. Agora, cobrar é justo e razoável. Mas essa justificativa é apenas meia verdade. O Canal de Suez foi escavado pelo Egito, que investiu muito na sua construção, manutenção e operação, e cobra taxas baseadas nos serviços prestados. Além disso, os valores são públicos e transparentes, e a moeda utilizada é a principal internacional.
O caso do Estreito de Bósforo, sob controle da Turquia, é mais especial. Ele é regulado pelo Tratado de Montreux, e a Turquia não pode cobrar taxas arbitrárias, apenas cobrar por serviços específicos, como pilotagem e quarentena, de forma não discriminatória.
E o Estreito de Hormuz? É uma passagem natural, uma via marítima internacional, com o ponto mais estreito de apenas 33 km, totalmente coberta pelas águas territoriais do Irão e de Omã. Segundo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, esse tipo de “estreito internacional” deve garantir o “direito de passagem em trânsito” — ou seja, todos os navios e aviões podem passar de forma contínua e rápida, sem obstáculos por parte dos países costeiros, e sem cobrança. Apesar de o Irão ter assinado essa convenção, o parlamento ainda não a ratificou. Assim, o Irão afirma: “Como não ratifiquei, não estou obrigado a seguir essa regra”.
Porém, a comunidade internacional discorda. O Conselho de Cooperação do Golfo já condenou publicamente, dizendo que a cobrança do Irão viola o direito internacional. Os Estados Unidos também alertaram: quem pagar essa taxa, será sancionado por Washington.
A maior brecha: Omã vai colaborar?
No projeto de lei iraniano, há uma frase-chave: o Irão vai trabalhar com Omã para criar um quadro legal comum. Por que envolver Omã? Porque a principal rota de navegação pelo Estreito de Hormuz, onde passam os maiores petroleiros, fica quase toda dentro da zona econômica exclusiva de Omã. O Irão controla apenas a costa norte, e se Omã não colaborar, os navios podem simplesmente contornar Omã, evitando a cobrança iraniana.
Omã é um país inteligente. Mantém uma postura de neutralidade no Oriente Médio, tem boas relações com o Irão, com os Estados Unidos e com os países do Golfo. Ao envolver Omã, o Irão quer dar uma aparência de “cooperação regional” à cobrança, e assim reduzir a pressão internacional.
Mas Omã realmente vai aprovar a lei? Provavelmente não. O mais provável é que Omã adote uma postura de “não se opor oficialmente”, sem aprovar a lei, assim evitando conflitos com o Irão e com o mundo árabe. Afinal, os omanenses e os árabes têm uma história de conflitos de mais de mil anos, e Omã não quer ficar isolada dos demais países árabes.
Se a cobrança realmente acontecer, o que pode acontecer?
Primeiro, o preço do petróleo vai disparar. Já há quase 3000 navios esperando para passar pelo Estreito de Hormuz, e o fluxo diário de 120 embarcações quase parou. Se o Irão mantiver o controle por muito tempo, o preço do petróleo pode chegar a mais de 200 dólares por barril.
Em segundo lugar, os custos de transporte vão subir. Uma única passagem de um superpetroleiro pode custar até 2 milhões de dólares. Além disso, o risco cambial ao pagar em rial fará com que as seguradoras aumentem bastante as taxas de seguro contra guerra, e esses custos serão repassados ao consumidor final.
Terceiro, as cadeias de suprimentos globais vão ficar confusas. O Oriente Médio não é só o centro do petróleo, mas também uma importante região produtora de fertilizantes. Os países do Golfo fornecem cerca de 45% do enxofre mundial, essencial para a produção de fertilizantes fosfatados. Agora, com a estação de plantio na primavera no hemisfério norte, se o fornecimento de fertilizantes for afetado, os preços dos alimentos vão subir, e a fome de milhões de pessoas pode se tornar uma realidade.
O Irão está jogando um jogo perigoso
A lei de cobrança do Irão, na essência, transforma um conflito geopolítico numa ferramenta de exploração econômica de longo prazo. Eles querem usar o Estreito de Hormuz como uma moeda de troca, forçando o mundo a pagar pelo seu dilema. Mas essa é uma faca de dois gumes.
No curto prazo, o Irão consegue arrecadar dinheiro e prejudicar seus adversários.
No longo prazo, essa estratégia pode enfurecer a comunidade internacional, levando a sanções mais severas ou até a um confronto militar.
Os Estados Unidos já deixaram claro: não vão permitir que o Irão controle permanentemente o Estreito de Hormuz. O secretário de Estado, , afirmou que os EUA planejam “atingir objetivos militares contra o Irão em semanas, não meses”. Trump até ameaçou: se o Irão não abrir o estreito, vai “destruir completamente” todas as usinas de energia e poços de petróleo iranianos.
A guerra continua, e as negociações também. Trump estabeleceu 6 de abril como prazo final para um acordo. Mas o Irão afirma que não está negociando diretamente com os EUA. A situação está extremamente tensa. A lei de cobrança do Estreito de Hormuz é como colocar um fósforo numa barril de pólvora.
O mercado de energia global está entrando numa “era de sobretaxas geopolíticas” — as rotas continuam, mas os custos de passagem aumentaram, o risco político cresceu, e as regras ficaram mais complexas. As oscilações do preço do petróleo no futuro não vão depender apenas da oferta e da procura, mas também do humor do Irão.
O custo da globalização está sendo reavaliado à luz da geopolítica. Essa jogada do Irão realmente chocou o mundo.
Mas, após o choque, vem uma preocupação profunda: um regime encurralado, com o controle do fluxo energético global, pode fazer algo imprevisível? Ninguém sabe a resposta. Mas todos sabem que qualquer movimento no Estreito de Hormuz, agora, não é mais uma questão do Oriente Médio — é uma questão que afeta o bolso e a comida de cada pessoa no planeta.