Cuba é forçada a voltar à mesa de negociações pela primeira vez em meio século, com forte pressão dos EUA por trás.



Este ano, os EUA têm agido sucessivamente na América Latina, e o suporte energético externo mais importante de Cuba foi afetado colateralmente. Somado às sanções de alta intensidade, isto resultou em graves crises no abastecimento de petróleo, fornecimentos médicos e funcionamento diário de Cuba. A inflação interna, escassez de energia e pressão no funcionamento social atingiram um ponto crítico.

Os EUA, por um lado, exercem pressão e, por outro lado, aumentam a pressão através de narrativas de opinião pública e posicionamentos diplomáticos, tentando forçar Cuba a fazer mais concessões nas negociações.

Sob a esmagadora vantagem de força absoluta, Cuba opta pelas negociações, principalmente por considerações realistas de sobrevivência. Embora as condições de negociação não sejam fáceis, pelo menos conseguem evitar que a situação saia ainda mais do controlo.

Este acontecimento também serve como um lembrete para as pessoas: a diferença de força entre os países determina directamente os recursos de negociação. Os países pequenos e médios, perante potências, frequentemente não têm muitas saídas.

O diálogo é o único caminho correto para evitar uma escalada de riscos. #Gate广场AI测评官
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