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🚨O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, revelou na Fox News que apontou o Coinbase, chamando-os de “resistentes obstinados”, e afirmou que eles dificultaram o grande plano de criptomoedas de Trump?
Por que é que os dois gigantes de repente começaram a discutir?
Deixa-me desvendar os bastidores✍️
2/ Primeiro, o contexto: quem é Scott Bessent?
Ele é o novo secretário do Tesouro do governo Trump, super pró-cripto! Ele impulsionou a “agenda cripto” de Trump, incluindo a criação de uma reserva nacional de Bitcoin, tornando os EUA a capital global das criptomoedas.
A peça-chave é a CLARITY ACT — uma proposta de lei de regulamentação de ativos digitais, destinada a estabelecer regras para o mercado de criptomoedas, oferecendo “clareza” para que todos saibam como atuar legalmente.
3/ Esta lei parece boa: regula a estrutura do mercado, DeFi (finanças descentralizadas), stablecoins (como USDC, o dólar digital).
Bessent disse que esta lei deve passar, senão o sonho cripto dos EUA vai por água abaixo.
Ele foi bastante enfático na entrevista: os opositores são “nihilistas”, sugerindo que vão para El Salvador (que é um paraíso do Bitcoin). Pressão enorme!
4/ Agora, mudando para o lado do Coinbase.
Como a maior exchange de criptomoedas dos EUA, o CEO Brian Armstrong inicialmente apoiou a lei.
Mas recentemente, eles de repente retiraram o apoio!
Armstrong twittou: “Prefiro sem lei, do que uma lei ruim.” Por que a mudança de posição? O problema central é conflito de interesses, especialmente com os lucros das stablecoins.
5/ Explicando os lucros das stablecoins: basicamente, os usuários depositam dinheiro em stablecoins no Coinbase (como USDC), e a plataforma paga juros. Essa estratégia é super atrativa, podendo roubar clientes dos bancos tradicionais.
Porém, a CLARITY ACT pode proibir que instituições não bancárias (como o Coinbase) paguem esses juros, deixando apenas os bancos fazerem isso. É como dividir o bolo com os banqueiros, colocando o negócio do Coinbase em risco!
6/ Além disso, há preocupações com a definição de DeFi e tokens: o Coinbase teme que a lei seja muito restritiva, considerando mais tokens como “valores mobiliários”, aumentando os custos de conformidade.
Pior ainda, isso pode facilitar a entrada de bancos na custódia de criptomoedas, roubando a fatia de mercado do Coinbase. Armstrong tentou influenciar o Congresso para manter essas funções, mas sem sucesso.
7/ Assim, o conflito explodiu: Bessent acha que o Coinbase está sendo egoísta, bloqueando o avanço de toda a indústria, e disse que “esta é uma lei do Trump, não do Brian Armstrong”.
Dizem que a Casa Branca ficou furiosa, chamando a retirada de apoio do Coinbase de “rug pull”. Agora, a lei está emperrada no Senado, e em 10 de fevereiro, a Casa Branca e bancos vão se reunir para discutir, possivelmente sacrificando os lucros das stablecoins para aprovar a lei.
8/ Isso reflete uma divisão profunda no mundo cripto: o governo e os bancos querem “mainstreamizar” as criptomoedas, atraindo grandes investimentos através de regulamentações.
Mas plataformas como o Coinbase temem que a regulamentação favoreça os gigantes tradicionais, destruindo o espírito descentralizado. Resultado? briga interna, adiamento da lei, todos perdem.
9/ Minha opinião:
Essa briga na verdade é uma disputa por dinheiro e poder.
No curto prazo, o Coinbase sofre pressão, mas a longo prazo, pode gerar uma versão melhor da lei.
A política cripto é sempre tão dramática, haha!
Quem vocês apoiam?
Apoiam a Bessent e a clareza regulatória,
ou o “não arriscar por menos” do Coinbase?
O futuro das criptomoedas está em Washington, e nós, investidores de varejo, só podemos assistir de longe. #Coinbase