Futuros
Acesse centenas de contratos perpétuos
TradFi
Ouro
Plataforma única para ativos tradicionais globais
Opções
Hot
Negocie opções vanilla no estilo europeu
Conta unificada
Maximize sua eficiência de capital
Negociação demo
Introdução à negociação de futuros
Prepare-se para sua negociação de futuros
Eventos de futuros
Participe de eventos e ganhe recompensas
Negociação demo
Use fundos virtuais para experimentar negociações sem riscos
Lançamento
CandyDrop
Colete candies para ganhar airdrops
Launchpool
Staking rápido, ganhe novos tokens em potencial
HODLer Airdrop
Possua GT em hold e ganhe airdrops massivos de graça
Launchpad
Chegue cedo para o próximo grande projeto de token
Pontos Alpha
Negocie on-chain e receba airdrops
Pontos de futuros
Ganhe pontos de futuros e colete recompensas em airdrop
Investimento
Simple Earn
Ganhe juros com tokens ociosos
Autoinvestimento
Invista automaticamente regularmente
Investimento duplo
Lucre com a volatilidade do mercado
Soft Staking
Ganhe recompensas com stakings flexíveis
Empréstimo de criptomoedas
0 Fees
Penhore uma criptomoeda para pegar outra emprestado
Centro de empréstimos
Centro de empréstimos integrado
Centro de riqueza VIP
Planos premium de crescimento de patrimônio
Gestão privada de patrimônio
Alocação premium de ativos
Fundo Quantitativo
Estratégias quant de alto nível
Apostar
Faça staking de criptomoedas para ganhar em produtos PoS
Alavancagem Inteligente
New
Alavancagem sem liquidação
Cunhagem de GUSD
Cunhe GUSD para retornos em RWA
O aviso de Brian Armstrong: a 'crise futura' dos bancos que recusam a adoção de stablecoins
O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, enviou um sinal claro às principais instituições financeiras dos Estados Unidos. É um aviso de que bancos que não adotarem a tecnologia de stablecoins e criptomoedas podem perder competitividade na rápida transformação do setor financeiro digital.
Inovação silenciosa da Coinbase e dos bancos americanos: expansão de programas piloto
No Summit do DealBook do New York Times, Armstrong, que subiu ao palco ao lado do CEO da BlackRock, Larry Fink, comentou sobre os programas piloto de stablecoin atualmente em andamento nos principais bancos dos EUA. Embora não tenha divulgado nomes específicos de instituições, a mensagem que transmitiu foi clara.
“Os bancos de alto nível estão aproveitando essa oportunidade de forma proativa. Por outro lado, aqueles que resistirem podem ficar para trás no mercado.”
Mesmo com a vigilância regulatória ampla sobre criptomoedas continuando, as instituições financeiras tradicionais estão adotando silenciosamente, mas de forma progressiva, a infraestrutura de ativos digitais. Isso indica que a fusão entre finanças tradicionais e tecnologia blockchain já entrou na fase de visibilidade.
Crescimento explosivo do mercado de stablecoins: até US$ 1,2 trilhão até 2028
Stablecoins, tokens digitais lastreados por dinheiro ou ativos equivalentes, tornaram-se prioridade para bancos que promovem a tokenização financeira. A Coinbase vê uma grande oportunidade nesse segmento.
Espera-se que o mercado cresça até US$ 1,2 trilhão até 2028, com análises sugerindo que, em um cenário otimista, pode atingir US$ 4 trilhões até 2030. O Citibank, que já anunciou planos de colaborar com a Coinbase para soluções de pagamento com stablecoins, reconhece claramente esse potencial de crescimento.
“Existem milhares de caminhos de crescimento em diferentes setores”, avaliou Armstrong.
Reavaliação do Bitcoin: de rejeição passada a instrumento de hedge atual
A mudança de postura de Larry Fink, que antes rejeitava claramente o Bitcoin, representa uma mudança de percepção em todo o setor. Hoje, o Bitcoin não é mais visto apenas como um ativo especulativo, mas como uma proteção em tempos de incerteza.
“Quando a segurança física e financeira estão em risco, é hora de manter Bitcoin”, explicou Fink.
Apesar da queda acentuada no preço do Bitcoin nos últimos meses (atualmente US$ 77,79 mil), Fink afirmou que “há usos grandes e importantes”, e Armstrong concorda, destacando que a possibilidade de o Bitcoin chegar a zero é “absolutamente improvável”.
Lei CLARITY: normalização do mercado através de clareza regulatória
Armstrong fez um apelo veemente às autoridades de Washington para que estabeleçam regras mais claras. Especialmente, espera que o Senado dos EUA vote rapidamente a favor do projeto de lei CLARITY.
A lei CLARITY definirá de forma clara as responsabilidades e a definição legal de exchanges de criptomoedas, emissores de tokens e outros atores do setor de ativos digitais. Essa clarificação regulatória deve fornecer uma base mais segura para que instituições financeiras entrem com mais confiança no setor de criptomoedas.
“Remover a incerteza jurídica permitirá que mais bancos adotem essa tecnologia”, afirmou Armstrong, demonstrando como política e participação de mercado estão profundamente interligadas.
Perspectivas: ponto de inflexão na aceitação de criptomoedas
As declarações de Brian Armstrong vão além de uma simples observação de um executivo do setor. Elas deixam claro que toda a indústria financeira está diante de uma encruzilhada. Bancos que adotarem stablecoins e tecnologia de ativos digitais terão oportunidades de crescimento futuro, enquanto aqueles que resistirem poderão perder competitividade.
Neste momento em que as fronteiras entre finanças tradicionais e mercado de criptomoedas se tornam cada vez mais difusas, a aprovação de políticas regulatórias como a lei CLARITY será um fator decisivo para os próximos passos do setor.