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Por que a carta da SEC de não tomar providências se tornou um ponto de virada para a inovação em criptomoedas
Recentemente, a Securities and Exchange Commission dos EUA (SEC) emitiu várias “Cartas de Não Ação” a múltiplos projetos de criptomoedas, sendo esta uma mudança significativa na política regulatória. Este movimento não só oferece proteção legal aos projetos de blockchain, como também abre portas para o desenvolvimento de tokens utilitários.
Dois casos revelam o futuro dos tokens utilitários
Token 2Z da DoubleZero e Token ENERGY da Fuse Energy são beneficiários desta onda de políticas favoráveis. A razão pela qual esses projetos receberam reconhecimento da SEC é que ambos se afastaram de promessas de ganhos especulativos, focando-se no valor funcional da rede.
O token 2Z incentiva os participantes a melhorar o mecanismo de consenso e o desempenho da blockchain, vinculando-se a contribuições específicas como otimização de largura de banda e redução de latência. O token ENERGY, por sua vez, está diretamente relacionado à eficiência energética e recursos energéticos distribuídos, incentivando contribuições no mundo real. Essa lógica de design é completamente diferente dos produtos tradicionais de investimento — os usuários recebem recompensas por funcionalidades, não promessas de retorno especulativo.
O que exatamente é uma “Carta de Não Ação”
A carta de não ação da SEC é uma promessa condicional: enquanto o projeto cumprir certos critérios, a agência reguladora não iniciará ações de fiscalização. Embora esse documento não seja legalmente vinculativo, fornece uma referência clara de conformidade para equipes de desenvolvimento e startups.
Antes disso, os projetos de criptomoedas operavam em uma zona cinzenta. Fundadores não sabiam se seus tokens seriam considerados valores mobiliários ou não, e não tinham certeza de quais práticas estavam em conformidade com as regulações. Essa carta de não ação funciona como um “mapa regulatório” — indicando quais práticas são permitidas.
Como o teste de Howey determina o destino do token
Para determinar se um token é considerado valor mobiliário, a lei americana usa o “teste de Howey”. Este teste avalia quatro elementos:
A distinção principal aqui é que tokens utilitários enfatizam valor de uso e contribuição à rede, e não retorno de investimento. Tanto 2Z quanto ENERGY, ao vincularem-se a funções específicas (melhoria de consenso, eficiência energética), evitam o elemento central de avaliação de valores mobiliários: “lucros derivados de esforços de terceiros”.
A onda DePIN ganha reconhecimento regulatório
A decisão recente da SEC na verdade abriu caminho para projetos de redes de infraestrutura física descentralizada (DePIN). O núcleo do DePIN é usar blockchain para incentivar contribuições do mundo real — seja melhorando a cobertura de internet, otimizando o uso de energia ou aprimorando outras infraestruturas físicas.
Com a redução da incerteza regulatória, o espaço para esses projetos se expande rapidamente. Desenvolvedores podem projetar modelos econômicos de tokens com mais liberdade, sem o medo de serem considerados valores mobiliários ilegais. Isso representa uma libertação para todo o ecossistema de criptomoedas.
Por que a nova liderança mudou de postura
A nova equipe de liderança da SEC inclui comissários mais favoráveis às criptomoedas, como a Hester Peirce. Essa equipe demonstra uma postura mais aberta do que a anterior, disposta a dialogar com o setor ao invés de confrontar. Essa mudança se reflete na emissão de cartas de não ação — uma postura de cooperação, não de repressão.
A conversa entre reguladores e o setor de criptomoedas entra em uma nova fase. Ambos percebem que uma abordagem de proibição total é menos eficaz do que orientações detalhadas. Estabelecendo padrões claros de conformidade, é possível proteger investidores e estimular a inovação.
A abordagem correta para o design de tokens econômicos
Tokens que passam na avaliação da SEC geralmente apresentam uma característica comum: mecanismos de recompensa vinculados a contribuições mensuráveis.
No caso do 2Z, cada ação do usuário na rede — seja validação, retransmissão ou melhoria de consenso — pode ser convertida diretamente em recompensas em tokens. Não se trata de “você investe dinheiro e recebe juros”, mas de “você contribui e é recompensado”. O token ENERGY funciona de forma semelhante, incentivando usuários que realmente aumentam a eficiência energética ou participam de redes de energia distribuída.
Esse tipo de design oferece uma lição clara para equipes iniciantes: trate o token como uma ferramenta funcional, não como um instrumento de captação de recursos, pois essa é a chave para obter aprovação regulatória.
O mercado global seguirá essa tendência?
A inovação regulatória nos EUA costuma gerar efeitos de onda. Outros países e regiões observam, avaliam e, gradualmente, seguem o exemplo. Desta vez, a carta de não ação da SEC pode estabelecer um novo padrão internacional para a regulamentação de criptomoedas.
O cenário final provável é que o reconhecimento de tokens utilitários se torne um consenso global, enquanto a regulação de tokens especulativos se torne mais rigorosa. Essa diferenciação é saudável para o ecossistema — projetos de alta qualidade terão espaço para crescer, enquanto a especulação será controlada.
Lições para startups de criptomoedas
Para fundadores que desejam operar de forma legal, há agora um roteiro mais claro. A carta de não ação da SEC indica que:
Esses princípios parecem rígidos, mas na verdade protegem você — seguindo esse quadro, seu projeto pode obter segurança jurídica no mercado americano.
Resumo
A emissão de cartas de não ação pela SEC marca a transição do setor de “crescimento selvagem” para uma fase de “inovação ordenada”. Projetos focados em valor prático e fiéis à essência do token agora encontram um ambiente mais favorável. DoubleZero, Fuse Energy e outros pioneiros já demonstraram que, com uma filosofia de design adequada e cooperação regulatória, é possível inovar e estar em conformidade. O futuro do mercado de criptomoedas não será mais uma disputa de “quem consegue mais financiamento”, mas sim de “quem tem o token mais útil”.