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Ouro entre realização de lucros e suportes geopolíticos: o que esperar antes do NFP?
O preço do ouro (XAU/USD) retrai dos níveis psicológicos de US$ 4.500 após forte movimento de alta registrado no meio da semana, quando investidores começam a realizar lucros e reavaliarem suas posições. Embora o metal tenha se beneficiado de um ambiente de risco elevado e expectativas dovish da Fed, a consolidação técnica nas proximidades dessa marca sugere cautela por parte dos participantes do mercado.
O que mantém o ouro em suspenso?
A dinâmica do mercado do ouro encontra-se presa entre dois movimentos opostos. De um lado, as crescentes tensões geopolíticas — reacendidas pelas ações americanas na região e pelas declarações do presidente dos EUA sobre possíveis intervenções militares na Groenlândia, Colômbia e México — continuam reforçando a demanda por ativos de proteção. Além disso, o conflito Rússia-Ucrânia, a instabilidade no Irã e as questões em Gaza mantêm os prêmios de risco elevados, funcionando como catalisador para buscas por um porto seguro.
Por outro lado, a realização de lucros após a forte recuperação dos últimos dois pregões pressiona o preço do ouro para baixo. Os investidores também permanecem em posição de espera diante do calendário macroeconômico americano crucial, aguardando sinais mais claros sobre a trajetória de juros antes de reposicionar suas carteiras.
A aposta na redução de taxas alimenta o ouro
As expectativas de corte nas taxas de juros pelo Federal Reserve desempenham papel central na dinâmica do preço do ouro. Conforme dados da ferramenta FedWatch do CME Group, o mercado precifica a probabilidade de o Fed reduzir os custos dos empréstimos já em março, com possibilidade de novo corte até o encerramento do ano. Um dólar americano mais fraco — consequência natural de taxas mais baixas — torna o ouro mais acessível para investidores internacionais e potencializa seus ganhos.
O presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, reforçou que qualquer ajuste futuro nas taxas deve estar alinhado aos dados emergentes, considerando os riscos para metas de emprego e inflação. Essa postura abre espaço para flexibilização monetária caso os indicadores econômicos mostrem sinais de desaceleração.
Dados macroeconômicos serão decisivos
O próximo grande teste para o preço do ouro virá com a divulgação do relatório de não-agrícolas (NFP) previsto para sexta-feira, seguido pelos números de inflação ao consumidor na terça-feira subsequente. Esses indicadores serão cruciais para confirmar ou desmentir as expectativas dovish do mercado quanto ao Fed.
Antes disso, a agenda econômica da quarta-feira — incluindo o relatório ADP de empregos no setor privado, o PMI de serviços do ISM e as vagas de emprego do JOLTS — pode oferecer pistas importantes sobre a saúde do mercado de trabalho americano, influenciando diretamente o sentimento em relação ao metal amarelo.
Análise técnica: onde procurar suportes?
Sob a perspectiva técnica, o ouro encontra suporte próximo à zona de congestionamento entre US$ 4.450 e US$ 4.445. A média móvel simples de 100 horas situa-se abaixo dos preços atuais, oferecendo um nível de suporte estrutural próximo a US$ 4.400 em caso de pressão maior.
O indicador MACD apresenta-se em território negativo, com o histograma expandindo-se para baixo, sugerindo momentum descendente. O Índice de Força Relativa (RSI) caiu para 48,58, indicando neutralidade e equilíbrio entre compradores e vendedores. Para que o ouro retome força, seria necessário observar uma virada do MACD com cruzamento de alta e um empurrão do RSI acima de 50, sinalizando renovação do dinamismo otimista.
Enquanto o preço permanecer acima da SMA de 100 horas em ascensão, as quedas tendem a encontrar limite. Um fechamento abaixo dessa linha de base, no entanto, abriria espaço para testes mais profundos e potencializaria a pressão vendedora no curto prazo.