Quando a economia não apresenta melhorias evidentes e o impulso de crescimento não consegue acompanhar as expectativas, os ativos financeiros tradicionais entram em crise. As empresas cotadas frequentemente enfrentam problemas nos seus relatórios financeiros periódicos, os investidores perdem a confiança nos fundamentos, e o capital naturalmente retira-se daqueles setores dependentes do cenário económico.



Curiosamente, esse capital que foi assustado não saiu de cena, mas começou a "especular" sobre outro tipo de ativo — aqueles que não olham para os relatórios financeiros e quase não têm ligação com a macroeconomia. Quais são as características comuns desses ativos? Sistemas de avaliação obscuros, lógica de crescimento pouco clara, mas que conseguem atrair fundos de forma contínua.

O capital alterna entre duas bolhas: de uma bolha que estoura para a próxima que se expande. Nesse processo, a análise fundamental e a lógica de avaliação parecem completamente deslocadas — porque ninguém realmente se importa com esses ativos. Isso talvez reflita o verdadeiro estado de espírito do mercado em tempos de incerteza económica: quando não há certezas, aposta-se na probabilidade.
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