Futuros
Acesse centenas de contratos perpétuos
TradFi
Ouro
Plataforma única para ativos tradicionais globais
Opções
Hot
Negocie opções vanilla no estilo europeu
Conta unificada
Maximize sua eficiência de capital
Negociação demo
Introdução à negociação de futuros
Prepare-se para sua negociação de futuros
Eventos de futuros
Participe de eventos e ganhe recompensas
Negociação demo
Use fundos virtuais para experimentar negociações sem riscos
Lançamento
CandyDrop
Colete candies para ganhar airdrops
Launchpool
Staking rápido, ganhe novos tokens em potencial
HODLer Airdrop
Possua GT em hold e ganhe airdrops massivos de graça
Launchpad
Chegue cedo para o próximo grande projeto de token
Pontos Alpha
Negocie on-chain e receba airdrops
Pontos de futuros
Ganhe pontos de futuros e colete recompensas em airdrop
Investimento
Simple Earn
Ganhe juros com tokens ociosos
Autoinvestimento
Invista automaticamente regularmente
Investimento duplo
Lucre com a volatilidade do mercado
Soft Staking
Ganhe recompensas com stakings flexíveis
Empréstimo de criptomoedas
0 Fees
Penhore uma criptomoeda para pegar outra emprestado
Centro de empréstimos
Centro de empréstimos integrado
Centro de riqueza VIP
Planos premium de crescimento de patrimônio
Gestão privada de patrimônio
Alocação premium de ativos
Fundo Quantitativo
Estratégias quant de alto nível
Apostar
Faça staking de criptomoedas para ganhar em produtos PoS
Alavancagem Inteligente
New
Alavancagem sem liquidação
Cunhagem de GUSD
Cunhe GUSD para retornos em RWA
A polícia brasileira desmantela esquema de fraude com criptomoedas, vítimas perdem 4,3 milhões de reais, 3 pessoas detidas
Source: PortaldoBitcoin Original Title: Brasileiro perde R$ 4,3 milhões em golpe com criptomoedas; 3 são presos Original Link: A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou a Operação Mirage na terça-feira (13) para acabar com um golpe aplicado por meio de falsas promessas de investimento em criptomoedas que causou um prejuízo superior a R$ 4,3 milhões a pelo menos uma vítima e pode ter atingido dezenas de pessoas em diferentes estados do país.
O caso foi investigado pela Delegacia de Polícia de Investigações Cibernéticas Especiais, vinculada ao Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos, e apura os crimes de estelionato com fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Até o momento, três pessoas foram presas. Ao todo, foram cumpridas 125 ordens judiciais nos estados de São Paulo e Goiás, incluindo cinco mandados de prisão preventiva, o bloqueio de 85 contas bancárias, sequestro de veículos, além do bloqueio de carteiras de criptoativos.
Durante a operação, a polícia apreendeu milhares de chips de telefone, celulares, computadores e veículos de luxo, apontados como instrumentos e produtos da atividade criminosa.
Como funcionava o golpe
Segundo as investigações, o golpe começava com anúncios patrocinados em redes sociais que prometiam alta rentabilidade no mercado de ações. Ao clicar no anúncio, as vítimas eram direcionadas para grupos de conversa, onde supostos investidores compartilhavam relatos de ganhos e dicas financeiras, criando um ambiente de confiança.
Em seguida, os participantes eram induzidos a realizar operações com criptomoedas por meio de uma plataforma de investimentos fraudulenta, controlada pelos próprios golpistas.
De acordo com a delegada Isadora Galian, responsável pelo caso, o dinheiro das vítimas era inicialmente transferido via Pix para contas de empresas usadas pelo grupo criminoso. Na sequência, os valores eram supostamente convertidos em criptoativos dentro da plataforma falsa, onde saldos e lucros eram artificialmente inflados para estimular novos aportes.
“Após ciclos de lucro fictício, perdas súbitas e inexplicadas ocorriam, sempre atribuídas a supostos erros operacionais da própria vítima”, explicou a delegada.
A investigação identificou um prejuízo superior a R$ 4,3 milhões causado a uma única pessoa, mas a polícia trabalha com a hipótese de que ao menos outras 40 vítimas tenham sido lesadas em todo o país, o que pode elevar significativamente o valor total do dano financeiro.
A suspeita é de que o esquema tenha operado de forma estruturada, com divisão de tarefas e uso intensivo de tecnologia para dificultar o rastreamento dos recursos.
Para a delegada, o caso reforça a necessidade de cautela diante de promessas de ganhos rápidos, especialmente no mercado de criptoativos. “Promessas de lucros extraordinários, especialmente em mercados de criptomoedas, devem ser vistas com extrema desconfiança. Antes de investir qualquer valor, é fundamental verificar se a empresa está devidamente registrada nos órgãos reguladores, como a CVM e o Banco Central”, alertou.
A Operação Mirage contou com o apoio das Polícias Civis dos estados de São Paulo e Goiás, e as investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos, rastrear os valores desviados e apurar a real extensão do golpe, que se valeu da combinação entre redes sociais, plataformas digitais e criptoativos para enganar investidores.