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Um prognóstico audacioso está a fermentar no interior do Federal Reserve.
O presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Kashkari, recentemente apresentou a sua opinião: o próximo presidente do Federal Reserve, quem quer que seja, terá apenas um voto de poder, e deverá usar a lógica mais rigorosa e dados para convencer os outros 11 membros do comité. Isto não é apenas uma recomendação de trabalho, mas uma declaração de uma mudança profunda na estrutura de poder.
Vejamos o que o atual presidente Powell fez. Durante a grande campanha de aumento de taxas em 2023 para combater a inflação, o FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto) votou várias vezes "unanimemente". À primeira vista, parecia uma unidade sólida, mas as palavras de Kashkari expuseram a verdade — a autoridade aparentemente invencível do presidente está agora a ser corroída pelo mecanismo de "decisão coletiva".
A história mostra-nos que é extremamente raro o presidente do Federal Reserve votar contra. Em 2017, Yellen votou contra, e esse momento foi interpretado pelo mercado e analistas como um sinal de fissuras internas no comité. Kashkari foi mais direto: o verdadeiro poder do próximo presidente virá da capacidade de persuasão, não daquele assento.
A realidade é mais dura do que as previsões. Dentro do Federal Reserve, as divergências entre dovish e hawkish parecem um abismo. Está diante de nós o eterno "triângulo impossível" da economia — inflação, emprego e crescimento, sendo difícil equilibrar os três ao mesmo tempo. Qualquer inclinação de política pode provocar ondas nos mercados financeiros globais. Kashkari deixou claro que o verdadeiro significado de "um voto de poder" é um aviso: não há volta ao tempo do "poder de uma só palavra"; debates acalorados tornar-se-ão a nova norma na formulação de políticas.
O que isto significa? O próximo presidente deve ser um mestre de debates, capaz de usar dados e lógica rigorosa para conquistar a confiança dos outros 11 membros. Caso contrário, a eficácia na implementação das políticas diminuirá drasticamente.
Do ponto de vista dos mercados globais, o que esta reestruturação de poder trará? Um Federal Reserve que depende do "argumento mais forte" para avançar na política significa maior incerteza nas decisões de taxas de juros, com possíveis pontos de viragem e eventos imprevistos mais frequentes. Isto não só reescreve as regras do jogo nos EUA, como também representa uma espada de Dâmocles pendurada sobre a economia global.
Então, a questão é: um presidente do Federal Reserve com o poder disperso será uma âncora de estabilidade para o mercado, ou o gatilho para uma nova rodada de turbulências? Quem será capaz de comandar um comité assim com apenas "uma boca"?