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A recente opinião do fundador da Consensys, Joe Lubin, num podcast, apresentou uma perspetiva bastante imaginativa: em vez de aceitar passivamente que a IA consuma os dados, é melhor recuperar ativamente o controlo da narrativa.
A sua visão é bastante cyberpunk — no futuro, os humanos irão fundir-se profundamente com a inteligência artificial, tornando-se uma espécie de "organismo híbrido". Mas o mais importante é que esta fusão não deve basear-se na monopolização por parte dos gigantes tecnológicos. Lubin acredita que os utilizadores devem manter a soberania sobre os seus dados, em vez de permitir que grandes empresas tecnológicas monopolizem todas as interfaces de interação.
Ele também imagina que, no futuro, as pessoas poderão interagir com a IA através de óculos inteligentes, drones ou outros dispositivos, mas desde que essas interações sejam controláveis e verificáveis pelos utilizadores. Esta abordagem é, de certa forma, o núcleo do que o Web3 tenta resolver — permitir que os indivíduos recuperem a propriedade e o controlo do mundo digital. Em outras palavras, o valor dos dados na era da IA não deve ser explorado gratuitamente, mas sim tornar-se um ativo verdadeiramente possuído pelos utilizadores.