Recentemente, um responsável principal por uma bolsa de valores compatível com as normas apresentou uma forte oposição ao projeto de lei sobre a estrutura do mercado de criptomoedas, proposto pelo Comitê de Bancos do Senado. De acordo com suas declarações públicas, esta versão da legislação apresenta várias falhas graves que podem causar um impacto significativo em todo o ecossistema do setor.



Especificamente, o responsável destacou quatro questões centrais. Primeiro, há restrições substanciais à tokenização de ações — o que afeta diretamente o futuro da cadeia de ativos tradicionais; em segundo lugar, o projeto estabelece cláusulas claras de proibição para DeFi, o que sem dúvida prejudicará a inovação em finanças descentralizadas; além disso, o governo obterá acesso mais amplo aos registros financeiros pessoais, levantando questões sobre o equilíbrio entre privacidade do usuário e segurança de dados.

Além disso, o projeto de lei também envolve uma reestruturação significativa do poder regulatório — o poder da CFTC é enfraquecido, e a relação de subordinação é redefinida para estar sob a U.S. SEC. Ainda mais preocupante, as cláusulas de emenda impõem restrições aos rendimentos de stablecoins, ao mesmo tempo em que, de forma disfarçada, oferecem espaço para instituições bancárias tradicionais suprimirem a concorrência.

Essas cláusulas, combinadas, na prática, estão redesenhando o quadro regulatório de criptomoedas e DeFi, abrangendo desde a tokenização de ativos, protocolos descentralizados, emissão de stablecoins, até a gestão de ativos pessoais, impondo restrições de forma abrangente.
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