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Quanto realmente vale o ouro? Esta questão parece simples, mas a resposta desafia a imaginação.
Uma recente análise divulgada pelo VanEck tem gerado grande discussão no mercado — e se o ouro precisasse suportar novamente o sistema monetário global? Os dados são alarmantes:
Para sustentar a base monetária, o ouro precisaria atingir US$ 39.000/onça. Mas isso é apenas o começo. A verdadeira pressão vem da moeda ampla — esse número é de US$ 184.000/onça.
Isso não é uma especulação vazia. Essa análise baseia-se em uma realidade cruel: quanto os bancos centrais de cada país imprimiram, e qual é a reserva de ouro. Dividindo um pelo outro, obtém-se esse "preço implícito do ouro".
Curiosamente, os números variam bastante entre os países. Países desenvolvidos como Reino Unido e Japão, que imprimem dinheiro em grande quantidade e possuem reservas de ouro relativamente limitadas, têm um preço implícito do ouro que chega a US$ 300.000 a US$ 400.000 por onça. Já na Rússia e no Cazaquistão, com reservas de ouro mais abundantes, o preço implícito é muito mais baixo — e, por sua vez, suas moedas parecem mais resistentes.
Por que os bancos centrais têm comprado ouro freneticamente nos últimos anos? Porque a posição do dólar está se enfraquecendo. A participação do dólar nas reservas globais vem caindo, e a desdolarização deixou de ser um conceito para se tornar uma tendência concreta. Quando as dívidas continuam a crescer e mais dinheiro é impresso, será que o mercado vai reprecificar o ouro como a "proteção final"? O padrão-ouro pode não voltar, mas a lógica subjacente aos ativos está sendo reescrita silenciosamente. O momento de o ouro brilhar está realmente próximo?