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Recentemente, o Bitcoin mergulhou dos 90 mil dólares para os 85 mil, e muitos atribuíram a culpa àquela reunião de retificação das criptomoedas promovida pelos 13 ministérios de um certo país. Acordem, amigos, quantas vezes já não se realizaram reuniões destas? É sempre o mesmo argumento do "vem aí o lobo", o mercado já está imune — segue o seu rumo como sempre, e essa reunião não tem absolutamente nada a ver com isso.
O verdadeiro culpado está, na verdade, do outro lado do Pacífico. O Japão fez uma jogada silenciosa mas significativa: a taxa de juro das obrigações a 10 anos disparou de repente para 1,1%. Não subestimes este número — a última vez que vimos este valor foi na altura da crise do subprime nos EUA, em 2008. Mas o que é que isto tem a ver com as nossas carteiras de criptomoedas? Deixa-me explicar.
Durante os últimos anos, o banco central do Japão funcionou basicamente como uma "caixa multibanco grátis". Pedir ienes emprestados era praticamente sem juros, e os tubarões de Wall Street, sempre com faro apurado, tiraram o máximo partido disto — pediam grandes quantias em ienes emprestados e trocavam por dólares para investir por todo o mundo.
Investiam onde? Obrigações do Tesouro americano a render 5% de diferencial, ações da Nvidia seguindo a tendência da IA, e ainda aproveitavam para comprar um pouco de Bitcoin. O capital era quase de graça, por isso este negócio era sempre vantajoso. No jargão financeiro, isto chama-se "carry trade do iene", que basicamente significa usar o dinheiro dos outros para imprimir dinheiro para si próprio.
Mas agora, com o Japão a subir de repente as taxas de juro, este almoço grátis está por um fio. Os investidores alavancados começaram a entrar em pânico — é preciso vender rapidamente os ativos para trocar por ienes e pagar as dívidas, caso contrário os juros comem os lucros. Consequência: obrigações americanas, ações tecnológicas e criptomoedas foram vendidas em massa, e o Bitcoin acabou por ser arrastado na queda.
Portanto, esta queda abrupta não tem nada a ver com discursos regulatórios — é simplesmente uma reação em cadeia causada pelo encerramento em massa das operações de "carry trade" do iene.
Os monstros da arbitragem escondidos nas dark pools vão ser dizimados, e nós, pequenos investidores, apenas servimos de bucha de canhão.
O momento em que o almoço grátis termina é quando começa a armadilha de liquidez.
Mais um banquete à meia-noite, onde só os robôs celebram.
As reuniões de supervisão são apenas cortinas de fumo, o iene é o verdadeiro carrasco.