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Economista de topo alerta a Fed para não cortar as taxas de juro na próxima semana
Fonte: Coindoo
Título Original: Economista de topo alerta Fed contra corte de taxas na próxima semana
Link Original: https://coindoo.com/top-economist-warns-fed-against-cutting-rates-next-week/
O coro de vozes a instar a Reserva Federal a começar a aliviar a política monetária está a tornar-se mais audível, mas um economista argumenta que a narrativa assenta em pressupostos errados e não em provas económicas.
Torsten Slok, economista-chefe da Apollo Global Management, acredita que cortar as taxas na próxima semana seria um erro — não porque os receios de recessão sejam exagerados, mas porque os fundamentos da economia permanecem muito mais fortes do que os mercados sugerem.
Principais Destaques
Em declarações à CNBC, Slok desafiou a narrativa dominante de que os Estados Unidos estão à beira de uma crise de crédito. Pelo contrário, apontou para uma realidade ignorada: vários dos sinais de alerta que normalmente antecedem uma recessão estão a mover-se na direção oposta. Os incumprimentos de dívida de alto rendimento, por exemplo, têm vindo a diminuir há meio ano. Em ciclos anteriores, o aumento das taxas de incumprimento era o sinal de alarme antes de condições financeiras mais restritivas afetarem a economia. Desta vez, argumenta Slok, esse alarme não está a soar.
Um Mercado de Trabalho que Recusa Quebrar
Outro pilar do argumento de Slok assenta no mercado de trabalho, frequentemente visto como o indicador mais fiável do dinamismo económico. O economista afirma que os investidores parecem obcecados com cenários de corte de taxas, apesar de uma dinâmica laboral surpreendentemente estável. Os pedidos iniciais de subsídio de desemprego mantêm-se próximos dos mínimos do ciclo, sugerindo que os despedimentos não aceleraram. Entretanto, a procura de contratação — medida por anúncios de emprego online — começou novamente a aumentar, segundo dados internos da Indeed.
Esta resiliência, sublinha Slok, não se deve a uma procura excessiva, mas sim a uma questão de oferta. O abrandamento da imigração apertou o mercado laboral, o que significa que os empregadores procuram menos trabalhadores disponíveis do que o habitual. Ambientes de emprego fracos costumam justificar cortes de taxas, mas Slok diz que não é esse o cenário atual.
Preços Pegajosos Dificultam o Trabalho da Fed
O quebra-cabeças é agravado por pressões sobre os preços que não recuaram até onde os decisores de política gostariam. A inflação mantém-se perto dos 3 por cento — acima do objetivo de 2 por cento da Reserva Federal — e Slok não espera progressos significativos no próximo ano. “A inflação não está a descer, está a estabilizar”, implica a sua avaliação, e aliviar as taxas neste contexto arrisca estimular a procura numa economia ainda robusta.
Os mercados preparam-se para uma inversão da Fed, em parte devido ao receio de que uma reação tardia aumente a probabilidade de um abrandamento mais severo. Mas a visão de Slok inverte esta lógica: cortar demasiado cedo, sugere, pode criar novas distorções e comprometer os esforços para restaurar a estabilidade dos preços.
Porque é que Slok Acredita que Esperar é a Única Opção Lógica
Juntando todos estes ingredientes — emprego estável, queda das taxas de incumprimento empresarial, inflação acima da meta — a conclusão é clara para Slok: os dados simplesmente não correspondem à narrativa que defende um alívio da política monetária.
A Fed reúne-se na próxima semana num clima de expectativas divididas. Alguns analistas antecipam um corte simbólico de taxas para sinalizar condições mais flexíveis; outros esperam que o comité mantenha a posição até que a inflação abrande de forma convincente. Slok está neste último grupo, argumentando que a esperança de um corte reside mais no desejo do que na realidade económica.
Se a sua interpretação estiver correta, o próximo movimento do banco central não será um resgate, mas sim a continuação da contenção — mesmo que os mercados não gostem do que isso significa para a evolução dos preços nas próximas semanas.