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Ultimamente, reparei num sinal bastante interessante: o fundador de uma das principais exchanges revelou numa entrevista que, atualmente, o seu foco de trabalho já não está na operação diária da exchange.
Então, o que anda ele a fazer? Na verdade, são apenas duas frentes, mas ambas bastante críticas.
Primeira frente: all in na construção do ecossistema da blockchain pública. Este fundador começou a dedicar-se pessoalmente ao apoio de projetos do ecossistema, à atualização da arquitetura técnica e à alocação de fundos. Simplificando, é provável que, em breve, surja uma série de projetos incubados nesta blockchain pública — protocolos DeFi, plataformas GameFi, novas aplicações on-chain —, com uma alocação de recursos mais concentrada. Para nós, isto significa que vale a pena prestar mais atenção aos dados on-chain; aqueles projetos iniciais que apresentam crescimento real de utilizadores e resolvem problemas práticos podem ter mais potencial do que simplesmente analisar os gráficos do mercado secundário.
Segunda frente: atuar como consultor de cripto para vários governos. Esta jogada é ainda mais ambiciosa. Ao passar de empresário a conselheiro a nível de políticas, está, na prática, a ajudar a traçar o caminho da conformidade para todo o setor. Assim que mais países estabeleçam quadros regulatórios, as barreiras para a entrada de capitais tradicionais e de utilizadores institucionais diminuem significativamente. A longo prazo, isto é uma vantagem enorme para todo o mercado cripto, não apenas para uma plataforma em específico.
Então, que impacto isto tem para o investidor comum?
Em primeiro lugar, não há motivo para alarme com mudanças na gestão das exchanges. A nomeação de um co-CEO e a maturidade da equipa mostram, na verdade, que a plataforma entrou numa fase de governação mais estável — não é uma fraqueza, mas sim um fortalecimento.
Em segundo lugar, pode ser necessário ajustar a lógica de investimento. O espaço para especulação de curto prazo está a diminuir; a abordagem mais valiosa é acompanhar a direção do ecossistema — estudar os projetos on-chain, identificar que protocolos têm aplicações reais e que equipas continuam a entregar resultados. Os dados não mentem: o crescimento de utilizadores e a receita dos protocolos são os indicadores essenciais.
Por fim, é fundamental manter os ativos principais. As exchanges estão a apostar tudo no ecossistema e na conformidade, e o valor acabará por se concentrar nos seus tokens nativos. Enquanto “hub de valor” do ecossistema e da exchange, estes ativos só vão ganhar cada vez mais importância.
O setor está a passar de um crescimento selvagem para uma fase de “profunda construção de ecossistema + desenvolvimento da conformidade”, impulsionado por dois motores. A próxima grande oportunidade poderá estar justamente naqueles ecossistemas de blockchain pública que estão realmente a trabalhar.
Estás preparado para filtrar os projetos?
Espera aí, este tipo vai mesmo trabalhar para o governo? Parece que isto já está a perder a graça.
Até gostava de acompanhar os projectos do ecossistema, mas como é que se distingue qual não vai ser o próximo flop?
Ouvir dizer para segurar bem o token nativo até soa bem, mas hoje em dia quem é que ainda se atreve a ir all in?
Quais são afinal as verdadeiras blockchains que estão a fazer trabalho sério? Parece que andam todos só a mandar bocas.
Resumindo, é passar de apostar na casa de apostas para apostar no ecossistema, os velhos métodos já não dão mais.
Os grandes já estão a preparar o caminho da conformidade, isto quer dizer que o dinheiro institucional está quase a chegar? Então, nós pequenos investidores temos de nos apressar a estudar os projetos.
A frase “agarrar aos ativos principais” abriu-me os olhos, o token é mesmo o bilhete de identidade desta blockchain.
No fundo, o que importa são os dados reais on-chain, não te deixes enganar pela propaganda.
Esta oportunidade está mesmo no ecossistema das blockchains públicas, o essencial é conseguir escolher os projetos certos.
A lógica de manter tokens nativos a longo prazo faz sentido, não te preocupes demasiado com as flutuações de curto prazo.
O caminho da conformidade é de facto a grande tendência, sendo positivo para a entrada de instituições.
Projetos em fase inicial têm potencial, mas também apresentam alto risco – é preciso fazer o trabalho de casa.
Concordo contigo sobre manter os activos principais, mas em relação à parte de escolher projectos... gostava mesmo de saber como é que se faz essa seleção? Há dados por todo o lado, mas afinal de contas, quais mostram mesmo crescimento real de utilizadores?
Para ser sincero, o caminho da conformidade parece promissor, mas para ser implementado a sério ainda vão passar alguns anos, não? De qualquer forma, vou continuar a acumular, mas tenho de admitir que as oportunidades de curto prazo estão mesmo mais limitadas.
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Incubar ecossistemas até soa bem, mas os projetos que realmente sobrevivem ainda são poucos; é preciso olhar mais para os dados dos utilizadores.
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Por isso, quem ainda anda só a especular com os gráficos vai acabar por sair a perder. Realmente é preciso começar a estudar o que se passa on-chain.
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Aquelas grandes exchanges a apostar no ecossistema e na conformidade, no fim quem mais beneficia são sempre as moedas próprias delas, não há nada de errado nessa lógica.
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A ser verdade esse papel de consultor governamental, a longo prazo seria um grande impulso para o setor, mas claro que depende de como for implementado.
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Agora o que realmente conta é “se há utilizadores reais” — projetos só com conceito cada vez têm menos destaque.
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Fase de duplo motor, não é? Acho que o mais seguro é acompanhar as equipas que estão mesmo a construir produtos.
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Não é preciso entrar em pânico se a gestão da exchange muda; até pode ser sinal de que estão a organizar a estrutura a sério.
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Escolher projetos até é simples: basta ver se a equipa continua a entregar resultados, o resto é só conversa.
Os projetos em fase inicial realmente têm riscos elevados, é preciso analisar os dados de vários ciclos antes de tomar uma decisão.
A questão da conformidade é certamente positiva a longo prazo, mas no curto prazo pode haver oscilações.