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Existe uma delicada 'colaboração' entre a dívida pública e a inflação. A razão profunda para a contínua desvalorização da moeda é simples — quando os gastos fiscais saem do controle, o banco central na verdade não quer realmente puxar a inflação de volta à meta de 2%.
Resumindo, há um cálculo por trás disso: em vez de controlar rigorosamente a inflação, é melhor tolerar uma inflação mais alta para ajudar a consumir a dívida. Assim que a taxa de inflação se mantiver em 3% ou mais, as dívidas nominais acumuladas ao longo de anos podem automaticamente 'enxugar-se' com a desvalorização da moeda. Dessa forma, evita-se uma inadimplência direta e ainda se consegue reduzir a dívida por meio da diluição da moeda.
Portanto, o próximo passo provavelmente será a elevação oficial da tolerância à inflação para 3% ou mais. Isso não é uma surpresa, mas uma 'redenção' fiscal visível — trocando inflação moderada por sustentabilidade da dívida.